No tempo do possível: notas sobre educação para a paz.

RESUMO: 

Este texto é o resultado de algumas reflexões sobre Educação para a Paz a partir da vivência do autor enquanto pesquisador autônomo interessado em estudar sobre modelos de auto-regulação de aprendizagem que construam a mudança de mentalidade educacional necessária a construção de um outro tempo humano, onde solidariedade, harmonia e paz encontrem efetivo espaço. Oriundas de um exercício educativo que pretende ser mediador de conflitos nos espaços e tempos onde humanamente podemos continuar a aprender, estas reflexões exigem o intercâmbio e a continuada discussão, desejo que aqui deixa expresso o seu autor.

INTRODUÇÃO: 

“(…) sem a curiosidade que me move, que me inquieta,  que me insere na busca nada aprendo nem ensino”. Paulo Freire 

Neste limiar do século XXI, talvez de uma nova civilização caracterizada por rápidas e complexas mudanças, cabe revermos posturas e questionarmos nossos valores e ações, buscando redirecionarmos nossa prática de “ensinagem” à Educação em Direitos e Valores Humanos, à Educação para a Paz.

Vivendo numa era de perplexidades, a sociedade humana se depara com a necessidade de encontrar novas sendas que levem a ruptura com o mecanicismo, com a fragmentação, com a linearidade. A partir de novos paradigmas, a Ciência se prende ao desafio de compreender o mundo a partir de uma perspectiva holística, gerando assim uma nova concepção sistêmica de realidade.

Apesar de longa a citação, cabe aqui lembrar que, já em 1986, diferentes cientistas e pensadores importantes ressaltavam que todos nós somos

“… testemunhas de uma importantíssima revolução no domínio da ciência, engendrada pela ciência fundamental (em particular, pela física e pela biologia), pela perturbação que suscita na lógica, na epistemologia e também na vida cotidiana através das aplicações tecnológicas. No entanto, verificamos, ao mesmo tempo, a existência de uma defasagem importante entre a nova visão do mundo que emerge dos estudos naturais e os valores que ainda predominam na filosofia, nas ciências humanas e na vida da sociedade moderna. Pois estes valores estão fundamentados em grande parte, no deformismo mecanicista, no positivismo e no niilismo. Sentimos essa defasagem extremamente prejudicial e portadora de pesadas ameaças de destruição da nossa espécie. O conhecimento científico, por seu próprio movimento interno, chegou aos confins, onde pode começar o diálogo com outras formas de conhecimento. Neste sentido, reconhecendo as diferenças fundamentais entre a ciência e a tradição, constatamos não a sua oposição mas a sua complementaridade. O encontro inesperado entre a ciência e as diferentes tradições do mundo permite pensar no aparecimento de uma nova visão da humanidade, até de uma novo racionalismo, que poderia levar a uma perspectiva metafísica. Reconhecendo a urgência da pesquisa de novos métodos de educação que levem em conta os avanços da ciência, os quais se harmonizam agora coma as grandes tradições culturais, cuja preservação e estudo aprofundado parecem fundamentais. O estudo conjunto da natureza e do imaginário, do universo e do homem poderia, assim, melhor aproximar-se do real e permitir-nos enfrentar diferentes desafios de nossa época.”

Assim, compreendendo a educação como um caminho possível, a medida em que é responsável pela produção e reprodução de bens simbólicos e materiais, é mister discutir a parcela de contribuição que cabe a nós, enquanto educadores/as para a superação deste quadro e o enfrentamento dos desafios que se impõem. Este é o meu foco principal nestas notas: propor e buscar significados e sentidos na Educação em Paz, a partir de minha própria prática educativa e da permanente busca por referenciais que me forneça subsídios para tal. Num primeiro momento, é preciso analisar os diferentes planos que a perspectiva holística pode nos fornecer. A temática em foco, nem sempre privilegiada nos espaços acadêmicos, é essencial para os processos de interação sociais e suas relações com à evolução das consciências.

É preciso discutir as condutas pró-sociais, percebendo os pressupostos da Educação para a Paz como ricos possibilitadores de formação neste sentido, integradores do espaço da existência e do espaço de ‘ensinagem’. A partir das idéias de ASSMANN e SUNG (2000), é possível discutir aspectos primordiais ao construir do educar para a esperança, a partir dos referenciais de competência e sensibilidade solidária para tal modo de educar.

Os desafios da formação continuada de educadores, diante da complexidade do tempo presente, com suas tessituras e tramas no cotidiano escolar precisam ser enfrentados e, nos “espaçostempos” desta formação, este tema pode e deve estar presente. A partir da minha vivência e prática educativa como mediador de cursos de formação continuada, de pós-graduação e de mini-cursos, busco sempre delinear algumas idéias sobre horizontes possíveis para que a escola possa se transformar em um prazeroso lugar, porque aprender de verdade é uma fonte imensa de alegria e de sensação de poder, pela energia que esse prazer contém (GROSSI, 2000).

Bases holísticas da Educação 

“A arte suprema do mestre consiste em despertar  o gozo da expressão criativa  e do conhecimento ” Albert Einstein 

Para a compreensão das bases holísticas da Educação, acredito ser necessário conceituar o holismo e buscar entender, ainda que brevemente, as perspectivas utópicas desta tendência, que teve sua trajetória ampliada nos anos 90 do século passado e cada vez mais, se ampliam no emergir do século XXI.

Originado da palavra grega holos (totalidade), o holismo procura ser um movimento com dimensão planetária que gere síntese e integração, tanto nos aspectos individuais como coletivos, visando a construção de uma sociedade voltada para o bem, onde todo e todas tenham alto grau de responsabilidade pela vida, no sentido mais amplo que essa palavra possa ter.

Procurando integrar Ciência, Arte e Tradição, o holismo é uma tendência que propõe o uso de todas as coisas que os seres humanos dispõe, não só para que sobrevivam, mas também possam contribuir para que a vida prevaleça. Neste sentido impõe-se o imperativo iniludível de dispor de toda a produção cultural da humanidade, das artes às tecnologias, das ciências clássicas aos novos campos emergentes da sociedade do conhecimento que se configura atualmente.

A priori, o holismo busca trabalhar com as consciências humanas de modo que sejam capazes de perceber os potenciais que lhes são inerentes e, ainda, que vivenciem situações onde se tenha prevenção e antecipação como pressupostos para a transformação de atitudes, comportamentos, posturas e ações.

Se como educadores e educadoras, sou capaz de saber que não se aprende somente na escola e não só com o cérebro, preciso encontrar estruturas e bases para uma nova educação que privilegie a síntese e leve meu quinhão de contribuição para amenizar os múltiplos desafios que nos apresenta o mundo atual.

Percebendo que urge a criação de processos de reflexão mais aprofundada, torna-se imprescindível questionar os próprios valores da sociedade humana, ampliando tais questionamentos para a compreensão de conhecer é

“… um processo biológico. Cada ser, principalmente o vivo, para existir e para viver tem que se flexibilizar, se adaptar, se re-estruturar, interagir, criar e coevoluir. Tem que fazer-se um ser aprendente. Caso contrário morre. Assim ocorre também com o ser humano . A sociedade do conhecimento é uma sociedade aprendente que, como a vida, se flexibiliza, se adapta, instaura redes de relações e cria. Educar é fazer experiências de aprendizagem pessoal e coletiva.”

Assim, busco situar a educação como importante função emancipatória, ressaltando que cabe a nós, educadores e educadoras, nos determos nos novos contextos da sociedade do conhecimento e compreender a necessária postura de estar, sempre, inseridos e inseridas em processo de ‘ensinagem’ permanentes, caracterizando-se assim como eternos aprendizes.

Tamanha tarefa, entretanto, nos lança ao desafio de nos conscientizarmos da unidade planetária e, ainda, dos múltiplos dilemas éticos e políticos que nos temos que cotidianamente enfrentar. Acredito que é preciso continuar reafirmando que educação é, na verdade, evolução de consciências, e a perspectiva holística, não somente em seu aspecto universal, mas também no que se refere aos indivíduos e a sociedade que deles se origina, pode nos auxiliar nesta tarefa.

Nos aspectos individuais do holismo, é preciso ressaltar que a perspectiva em pauta pretender fazer emergir, nos homens e mulheres de nosso tempo, processos de intuição e percepção mais amplos, onde a meta central deve ser o “conhecer a si mesmo”, para que possam fazer uso de seus potenciais individuais de energia e força objetivando, simultaneamente, desenvolver os hemisférios direito e esquerdo, ou seja, desenvolver a bilateralidade cerebral.

Para isso, necessário se torna entender que é a percepção, nos seus mais variados níveis, que precisa ser desenvolvida. Assim, acreditamos que em educação é importante o uso de metodologias que levem em consideração aspectos vinculados aos sonhos, as sincronicidades, as memórias, além de nos preocuparmos com a compreensão efetiva de conceitos como complexidade, teoria de campo, multi-referencialidade, simultaneidade, transversalidade, interatividade, hipertextualidade, conectividade, simultaneidade de caos e ordem e similares, além de processos vitais e cognitivos da própria vida humana.

É claro que essas novas formas de pensar a humanidade nos conduz à articulação de diferentes princípios organizacionais, que nos impulsionam para a busca de um ponto de apoio e de equilíbrio diante de tantos novos avanços, vindos dos mais variados campos da ciência. A nosso compreender, cabe a cada um instalar, em si mesmo, o germe da reflexão permanente e a busca por compreensões de si mesmo e das múltiplas relações interpessoais que estabelece enquanto seres humanos que atuam, conscientes ou não, no espaço social.

Enfim, no nível individual, o que consideramos importante na abordagem holística é que esta é uma nova forma de percebemos a realidade e todos os conceitos que tal abordagem insere podem ser aplicados aos processos de ampliação de intuição e de consciência, na busca e meta humana de construirmos a Paz.

A Paz como meta e busca humana 

“Não há caminhos que levem a Paz: a Paz é o caminho”. M. Gandhi 

Estar em paz é uma das mais antigas aspirações humanas, pois desde o começo da nossa história, de nossa trajetória humana, paz era a denominação dada aos períodos, geralmente breves, que transcorrem entre duas guerras. Por paz podemos compreender a relação mútua e a situação de quem não está em guerra. Poe podemos saber que é a quietude dos Estados e a tranqüilidade pública, oposto à guerra. Por paz, compreendemos como reconciliação, volta à amizade e à concórdia.

Em português, paz provém do latim ‘pax, pacis’. Paz, em todas as línguas românicas, é vocábulo comum: em francês, ‘paix’; em italiano, ‘pace’; em espanhol, ‘paz’ e em outras línguas, como o inglês ‘peace’. A palavra paz também aparece na origem de ‘pacto’, que provém do latim ‘pactum’, e que nessa língua era o particípio passado de ‘pascisci’ (firmar a paz). Em latim, ‘pactare’ significava também pagar tributos, obrigação comum aos vencidos com o final de uma determinada guerra.

Se desejarmos viver em paz, caminhar em busca de resolução de conflitos é compreendê-los como uma possibilidade de criação de ambiente de comunicação, de solidariedade e, principalmente de cooperação. Reconhecer os conflitos que surgem em suas causas é buscar saber onde, quando e como se pode propor uma solução possível; é fundamental, neste movimento, estabelecer normas de reflexão e diálogo sobre a situação. É preciso também estar atento/a aos processos de geração de possibilidades diferenciadas de resolução de conflitos, refletindo sobre as conseqüências das ações propostas. É mister aproveitar o surgimento de conflitos nos espaçostempos onde temos algum tipo de inserção, para que possam servir como vivência de formação para todos/as. Acredito também ser importante estabelecermos parâmetros para uma análise crítica do que está intrínseco nas diversas mensagens dos meios de comunicação sobre o como são demonstradas e apresentadas as mais diversas situações de conflito. Ao pensarmos em processo de reflexão e formação sobre as respostas possíveis aos conflitos, acredito também que a cultura de paz e não-violência, a educação em direitos e valores humanos pode contribuir para a configuração de estratégias para enfrentá-los nos diferentes espaçostempos onde vivenciamos nossa trajetória humana.

Criando harmonia e sentido para construção de um novo tempo 

“La guerra es un producto de la mente del ser humano. Si somos capaces de generar violencia, también lo somos de crear armonía. Frente a nuestra capacidad de destrucción debemos explorar nuestra capacidad de construción.” Andrés Guerrero Feliú 

Criar harmonia em nossa cotidianidade, repleta de desafios, é tarefa estimulante e motivadora para nossas ações enquanto humanos aprendentesensinantes. O autor acima citado nos seduz a pensar sobre como podemos criar novos campos de significado e sentido para construção de um outro tempo possível, onde se possa observar que em tudo onde habita a vida, temos a tendência de continuidade e desenvolvimento, apesar das rupturas ocorridas nos processos de evolução.

Buscar novos campos de significado e sentido sempre fez parte da trajetória humana, desde tempos imemoriais. Resolução de conflitos só pode ocorrer quanto compreendermos que conflito é “uma luta por valores e reivindicações de status, poder e recursos escassos, em que o objetivo dos oponentes consiste em neutralizar, lesionar ou eliminar os rivais” .

Podemos considerar o conflito como uma das formas centrais de interação humana e perceber que, em sua configuração, ele objetiva encontrar soluções aos dualismos divergentes que, de um modo geral, sempre ocorrem nas relações humanas. Para muitos, conflito pode ser um modo de se chegar a algum tipo de unidade, nem que para isso um dos elementos conflitantes seja aniquilado.

Numa perspectiva psicológica o conflito configura-se no momento em que existe a percepção do desacordo no que concerne à constituição de uma problemática a ser solucionada. Podemos compreender o conflito como antagonismo de forças, sabendo que ele pode ser criativo e saudável ou improdutivo e confluente, quando o sujeito não compreende a si mesmo e, por conta deste não entendimento, responsabiliza sempre o outro. Assim, nos “espaçostempos” de convivialidade democrática, é possível superar o conflito, percebendo-o que este sempre se produz quando estratégias, atividades, metas e objetivos não são compatíveis entre os que estão envolvidos em algum fazer, em algum projeto de trabalho, ou de vida.

Re-significar nossa trajetória humana, no sentido de superarmos os entraves elaborados por situações conflitivas, pode trazer novos campos de significados e sentidos a nossa existência, pois a busca por harmonia deve ser referencial ao nosso viver.

É preciso estabelecer relações de não-oposição visando encontrar fins compatíveis entre os que estão envolvidos em situações/relações conflituosas. Criando harmonia e sentido para construção de um novo tempo é uma luta que devemos expressar em nosso agir, em nosso fazer, em nosso serestar num mundo em complexa interdependência.
Nossa busca, que a meu ver deveria se tornar missão, é a de favorecer, sempre, a manutenção da paz, percebendo que o uso de valores éticos, da criatividade, das vivências e da reflexão permanente de nossas atitudes pode levar cada um de nós a compreender os questionamentos de cada um como pessoa.

Criar harmonia e sentido para construção de um novo tempo só será possível quando compreendermos que somos sujeitos amorosos, em busca de paz, com os outros, conosco, com o mundo e com a natureza. Criar harmonia e sentido para construção de um novo tempo só será possível quando re-significarmos nossas vivências e percebermos que é possível enfrentar as diversidades com atitudes menos egocêntricas e mais altruístas. É preciso buscar o encontro com o/a outro/a numa perspectiva de alegria, fé, esperança, renovação da própria vida. Só assim, outro mundo será, efetivamente, possível.

  • FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 3ª edição. São Paulo, Editora Paz e Terra, São Paulo, 1996, p.95.
  • GROSSI, Ester Pillar. A coragem de mudar em educação. Editora Vozes, Petrópolis, 2000.
  • UNESCO. Declaração de Veneza. Comunicação final do Colóquio “A ciência face aos confins do conhecimento: o prólogo de nosso passado cultural”. 3-7 de março de 1986.
  • BEAUCLAIR, João. A prática de ‘ensinagem’ no desenvolvimento de projetos educativos: potencialidades e condições básicas. Anais da III Jornada Científica da UNIVERSO, outubro, 2001.
  • ASSMANN, Hugo e SUNG, Jung Mo. Competência e sensibilidade solidária: educar para a esperança. Petrópolis, Vozes, 2001.
  • GROSSI, Esther Pillar. Um novo paradigma sobre aprendizagem. In.: GROSSI, Esther Pillar e BORDIN, Jussara. Paixão de Aprender. Petrópolis, Editora Vozes, 2000, p. 135.
  • BOFF, Leonardo. Prefácio. IN: ASSMANN, Hugo. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. Petrópolis, Editora Vozes, 2000, p.12.
  • BEAUCLAIR, João. Mansidão, afabilidade e doçura nas relações humanas: o resgate necessário a partir das instituições. Selecionado para o I Congresso Latino-americano de Psicologia – ULAPSI, São Paulo, abril de 2005. Publicado no site http://www.psicopedagogia.com.br em 03/09/2004.

Os trechos a seguir, “A Paz como meta e busca humana” e “Criando harmonia e sentido para construção de um novo tempo”, fazem parte do texto “Mansidão, afabilidade e doçura nas relações humanas: o resgate necessário a partir das instituições”, citado na nota anterior.

Dicionário das Ciências Sociais. 

Bibliografia: 

BEAUCLAIR, João. Psicopedagogia: trabalhando competências, criando habilidades. Coleção Olhar Psicopedagógico, Editora WAK, Rio de janeiro, 2004.
___________,____. Mansidão, afabilidade e doçura nas relações humanas: o resgate necessário a partir das instituições. Trabalho selecionado para o I Congresso Latino-americano de Psicologia – ULAPSI, São Paulo, abril de 2005. Publicado no site http://www.psicopedagogia.com.br em 03/09/2004.
___________,____.Neuropsicologia e Biociências: aprendendo Ecologia Humana com um novo olhar – sobre si mesmo e os outros – a partir da autopoiese.IN.: RIBEIRO DO VALLE, Luiza Helena e CAPOVILLA, Fernando César. Temas Multidisciplinares de Neuropsicologia e Aprendizagem. Tecmedd, Ribeirão Preto, 2004.
___________,____. A prática de ‘ensinagem’ no desenvolvimento de projetos educativos: potencialidades e condições básicas. Revista PARADOXA – Projetivas Múltiplas em Educação, UNIVERSO, vol. 8 , n.º 10/11/2001.
__________ , _____. Um pé na escola, outro no mundo: idéias de Paulo Freire para um cotidiano escolar em Direitos Humanos. Revista PARADOXA – Projetivas Múltiplas em Educação, UNIVERSO, vol. 12, 2001, Rio de Janeiro.


Professor João Beauclair é Doutorando em Intervenção Psicossocioeducativa pela Universidade de Vigo, Ourense, Galícia, Espanha. Docente de Pós-Graduação, Assessor Educacional, Palestrante e Conferencista Internacional sobre temas motivacionais, organizacionais, educacionais e psicopedagógicos. Autor de diversos artigos e livros, entre eles: “Para Entender Psicopedagogia: perspectivas atuais, desafios futuros”. Rio de Janeiro: WAK Editora, 2006, (terceira edição, 2009), “Dinâmica de grupos: MOP Metodologia de Oficinas Psicossocioeducativas”. Editora WAK, Rio de Janeiro, 2009, “Incluir, um verbo/ação necessário à inclusão: pressupostos psicopedagógicos” Pulso Editorial, São José dos Campos, São Paulo, 2007 e “Me vejo no que vejo”: o olhar na práxis educativa psicopedagógica. Exclusiva Publicações, São Paulo, 2008.

Site pessoal: http://www.profjoaobeauclair.net E-mail: joaobeauclair@yahoo.com.br
Currículo Lattes disponível em http://lattes.cnpq.br/3331453713583083

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