Muitas crianças adoecendo! Reflexões sobre a psicopedagogia

Precisamos falar sobre isso.

É importante, imperativo, urgente.

Com o aumento do número de cursos de pós-graduação à distância nas áreas de psicopedagogia e neuropsicopedagogia clinicas, muitos profissionais que passam por essa especialização se sentem aptos a avaliar e a diagnosticar alunos, dentro das instituições particulares de ensino, utilizando protocolos que, há muito pouco tempo, eram exclusivos da psicologia.

Havemos de lembrar que NÃO EXISTE A PROFISSÃO DE PSICOPEDAGOGO ainda, o trâmite nas instâncias que reconhecem as profissões está em aprovação.

Legislação (em transição)

  • A regulamentação do exercício da atividade em Psicopedagogia
  • PL 3.124/97 – Deputado Barbosa Neto
  • PL 3512/08 – Deputada Prof. Raquel Teixeira
  • PLC 031/10 – Senador Cyro Miranda
  •  PL 011/05 – Vereador Antonio Goulart
  • Lei 15.719/13 (em vigor no município de São Paulo)
  • CBO 2394-25

Fonte: http://www.abpp.com.br/documentos_referencias_legislacao.html . Acessado em 10 de março de 2019.

 E se houvesse, seria muito grave o fato de uma profissão, para existir, contar com uma formação de APENAS, 360h, com titulação de especialista.

Sejamos coerentes, quem se forma profissional em 360 h à distância?

Por conta disso, muitos profissionais com graduação, também à distância, se especializam em cursos de qualidade duvidosa, e saem com a titulação de ESPECIALISTAS, julgando-se doutores, montando seus consultórios.

Daí o crescente número de diagnósticos de TDAH, dislexia, Transtorno do Processamento Auditivo Central (diagnostico exclusivo do fonoaudiólogo) e, pasmem, atrasos neurológicos específicos para diagnóstico médico.

Essa semana fui abordada por uma mãe angustiada. Sua filha de apenas 7 anos foi sentenciada pela escola como GRANDE CANDIDATA A REPETIR O ANO.

Como uma criança de apenas 7 anos pode ser candidata a repetir de ano?

Estamos no início do primeiro trimestre, mas já foi julgada e sentenciada. Sentença: DEFICIT DE ATENÇÃO.

A mãe, consternada com choro preso na garganta, me pediu uma opinião. Disse que iria observar a criança e dar uma opinião pessoal.

Tive a oportunidade de observar durante 4 horas a pobre portadora de déficit de atenção e não consegui enxergar o tal déficit.

A criança em questão, vamos chamá-la de L.

L ficou durante quase 40 minutos sentada com um livro desses de adesivos, fadas e princesas. Durante esse tempo L. analisou cada imagem, identificou sua localização, classificou e selecionou, minuciosamente os adesivos e onde deveriam ser colados, e o fez, sem errar um milímetro. Nem eu faria melhor.

Vamos aos fatos da realidade acadêmica NO MUNDO: a escola, a academia, o ensino para a competitividade e a falta de uma metodologia interessante com conteúdo atrativo e professores chatos, estão transformando nossas crianças em pequenos seres incapazes e incompetentes em suas construções de saber e conhecimento.

A escola constrói conteúdo. Saindo disso, nada mais é construído.

E, dessa forma, as crianças ficam sem interesse no que lhes é ensinado, e algumas, sim, aquelas que possuem desejo de aprender algo diferente, inusitado e que lhes desafie, ficam entediadas, dispersas em seus mundos, frustradas, deixando os adultos e especialistas sentenciarem seus fracassos.

Quero deixar claro que não sou contra a psicopedagogia e nem contra os psicopedagogos, sou contra a maneira como são formados, instruídos e contra a maneira arrogante como alguns deles se comportam diante de crianças.

De quem é a responsabilidade, afinal?

Nossa, que permitimos que esses profissionais determinem que as crianças estão doentes.

Lembro de uma época, anterior à Revolução Industrial (digo lembro pela História, não que a tenha vivido), onde a construção de saber e de conhecimento era feito por tutores e incluíam desenho, pintura, ciências, idiomas, dança, música, canto, geografia e literatura. Era essa a base do ensino.

Não muito longe o ensino nas escolas públicas tinha como base as disciplinas chamadas de humanas, que moldariam as relações sociais: a literatura e a poesia, a música, o desenho e a pintura, a filosofia e a história. Muitas escolas ofereciam canto coral, onde se priorizava o trabalho em grupo e a disciplina.

Mas os tempos corridos e as necessidades consumistas e competitivas geraram um modelo de ensino pré-fabricado, como o chão da fábrica, onde todos devem aprender da mesma maneira, em seus uniformes iguais e comportamentos assertivos previamente estabelecidos.

Não há lugar para a individualidade e as habilidades pessoais. Não há espaço para os devaneios pueris e os desejos de sermos astronautas, poetas, professores.

Há a pressa, o ser melhor, o número um.

Assim, a formação dos novos profissionais de psicopedagogia não tem ensinado o que é básico no desenvolvimento humano: as habilidades.

Palavras como peculiar, singelo, singular não tem espaço no dicionário daqueles que necessitam encontrar problemas onde não os há.

Há mais crianças doentes por tédio e por falta de interesse do que propriamente por falta de atenção.

Há mais crianças deprimidas e infelizes por frustração e por falta de incentivo e desafio do que propriamente por hiperatividade e transtorno opositor.

É preciso que a neuropsicopedagogia e a psicopedagogia reaprendam a olhar as crianças além dos bancos escolares, além dos livros acadêmicos, além das notas e provas.

É preciso conhecer seus desejos e interesses e procurar desenvolver o conceito de ser sujeito diferente, único, peculiar e singular neste mundo de todos iguais.

Nem todos serão astronautas.

Nem todos serão poetas.

Alguns serão médicos.

Outros agricultores.

Outros cabeleireiros.

E não há nada de errado nisso, porque o mundo precisa da diversidade.

Porque precisamos que cada um seja aquilo que deseja e sonha.

Precisamos de mais crianças, crianças.

É preciso reaprender que a construção de saber e conhecimento se faz através da construção de afetos, de relações saudáveis com o objeto do aprender, de estímulo ao comportamento bisbilhoteiro e da construção de subjetividade que nos faz únicos e, ao mesmo tempo, diversos.

Nenhuma criança se tornará um adulto criativo num ensino fadado a encontrar doenças e não habilidades.

É preciso reaprender a sermos humanos.

Espero que L. continue a sonhar e a priorizar seus interesses… pelo bem do que nos resta de humanidade.

 


Sonia Branco – Fonoaudióloga há 37 anos, Arteterapeuta Junguiana há 15 anos, Especialista em Arteterapia em Educação e Saúde, Especialista em Ensino das Artes, Escritora, Artista Plástica, Ministra Cursos de Formação Continuada e Extensão para Educadores, é Professora Avaliadora do Grupo Kroton, Palestrante, Contadora de Histórias e Palhaça.

Autora dos livros: Deuses e fadas – Arteterapia e arquétipos no dia a dia; Contos de fada – Vivências e técnicas em Arteterapia;  Oficinas Expressivas – 20 atividades em arteterapia.

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118 comentários em “Muitas crianças adoecendo! Reflexões sobre a psicopedagogia

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    Amei o texto!!!! Vou compartilhar com outros professores!

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      Olá querida…baseada em que vc adorou o texto??? Precisamos nos respaldar e o mesmo não tem respaldo..
      Norma Leitão Psicopedagoga, RECIFE PE

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        A verdadeira psicopedagogia trata justamente do contrário. Trata de ouvir o sujeito e possibilitar a ele um espaço de autonomia e construção do pensar. O profissional bem qualificado ajuda a criança ou o adolescente a reconhecer sua capacidade criativa e humana. Fazemos um trabalho lindo, sério e responsável! Profissionais ruins e despreparados tem em todas as áreas infelizmente! Sou psicopedagoga há mais de 15 anos e só posso lamentar que ainda existam profissionais de outras áreas que não conhecem nada do nosso trabalho. Zelar pela boa formação é sim importante mas não se pode misturar todos no mesmo ” bolo”. A psicopedagogia é de extrema importância hoje na sociedade!
        Joana DArc Bittencourt.BH. MG

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          Concordo contigo! Essa criatura não conhece o verdadeiro trabalho da psicopedagogia! Ela precisa de conhecer e saber que a nossa profissão mesmo não sendo reconhecida, mas a profissão existe, ela tem o CBO e ajudamos sim nas imensas dificuldades na aprendizagem. E também ela precisa conhecer as leis, pois ela ainda usa ‘portadores’. Você, minha querida, precisa aprender muito…!

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          Não vi a opção de curtir. Se a visse curtiria teu comentário mil vezes.
          Essa senhora precisa ouvir umas respostas. Como ela pode generalizar? Ela mostra que não conhece nada sobre psicopedagogia e se arvora de crítica. Conheço fonoaudiólogas que são excelentes profissionais e outras que deixam Muuuito a desejar e nem por isso generalizou e insulto toda a classe.

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    Nossa, estou maravilhada! É isso mesmo! Esses dias, comentei com alguns amigos sobre o medo dessa nova modinha chamada “autismo “. Todo, todo, todo o meu respeito aos autistas e, até por esse respeito, ando temerosa com o que ouço de alguns colegas da área. Parece um diagnóstico à moda SUS, ” se não é virose, é autismo “.
    Obrigada pelo texto leve e preciso!
    Posso compartilhar com sua fonte? Um abraço, Claudia Souza.

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      Cláudia Souza
      Fique a vontade. Receba as críticas negativas como um aprendizado, e acolha as que vierem, por que virão.
      Paz!

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      Prezada,
      Modinha de autismo !? É isso mesmo!?
      Devemos avaliar nossas palavras antes de proferi-las, chamar o autismo se modinha é no mínimo desrespeitosa com os milhoes de pessoas que têm nessa condição. O autismo não é modinha, é uma condição que compromete o desenvolvimento das pessoas e que precisa de diagnóstico precocemente. Quando queremos criticar algo, precisamos entender esse algo antes para tanto, é preciso estudo dedicação, conhecimento de causa.
      Desejo que você busque o conhecimento e reveja seu texto.
      Saiba, é melhor que uma família seja alertada precocemente da suspeita de autismo e busque ajuda de profissionais para comprovar ou ratificar a hipótese de autismo, do que ela permanecer na escuridão e vê sua crianças aumentar os prejuízos no desenvolvimento.

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      Infelizmente as pessoas falam que vem à cabeça ela enquanto profissional não pode sair falando aos ventos . Emitir uma opinião tem que ter propriedade daquilo que está falando,estudou psicopedagogia não fez não pode falar. Tem que falar sobre a sua profissão em ser uma boa profissional na sua área, é antiético se colocar dessa maneira com os profissionais dessa área parece que virou moda sair falando asneiras.

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    Bem se vê que esta senhora não conhece o trabalho realizado pelos profissionais psicopedagogos. Sugiro que se informe melhor a respeito do assunto, pois o que esta adoecendo nossas crianças é a negligência decorrente da ignorância da profissão alheia.

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      Regina Maria.
      Essa senhora tem uma longa caminhada profissional, inclusive na formação de psicopedagogos. Tenho grandes amigos na área, mas tenho visto muitos profissionais de diversas áreas com formação precária, à distância, sem supervisão, sem estágio, se julgando doutores em uma profissão que ainda está na luta para se reconhecer.
      Há grandes profissionais, mas há grandes equívocos.
      Esse é um artigo de opinião, está aberto à discordância e que bom que discordamos, pois é a discussão saudável que leva à melhoria e aí aperfeiçoamento.
      Não leve tão a certo e fogo. Há 40 anos atrás a fonoaudiologia errou muito. Ainda erra. Ainda comete grandes disparates em nome de egos, mas, falando por mim, me permito correção, me permito reconhecer exageros e erros em prol do aperfeiçoamento e do crescimento.
      Daqui há 40 anos a psicopedagogia estará como a fonoaudiologia, em agonia em prol das novas especialidades. Seja melhor do que a crítica.
      Paz!

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        Isso aí tá bemmmmmmmm longe de ser um artigo de opinião. !!!!
        Isso está bem longe de merecer atenção!!!!!
        Isso está bem longe de ser HUMANO como tentar pregar senhora Sonia.
        Isso está bem longe de tudo que se chame de um texto de qualidade e que esclareça o que quer que precise ser esclarecido.
        Isso ? Isso é , um total desserviço a sociedade e opinião pública!
        Isso cabe um pedido de desculpas aos profissionais da psicopedagogia que estudam , se dedicam anos a fio a doar o seu melhor e que cada vez mais têm sido reconhecidos por verdadeiros profissionais que indicam o nosso trabalho e nos querem em suas equipes porque sabem verdadeiramente o nosso valor e que a senhora , senhora Sonia ….com esse seu “artigo” coloca no mesmo saco , medido-os por sua régua e olhar míope , parcial e cruel!
        E que comecem os combates!

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        Sou psicopedagoga e concordo com a opinião de que “esta senhora” proferiu um discurso sem nenhum conhecimento concreto da profissão que resolveu atacar. Se tens realmente toda essa caminhada e formação, deverias ter atentado às aulas de ética profissional. Em tempo, minha formação acadêmica é em fonoaudiologia, e me sinto envergonhada em ter como colega uma pessoa leviana e ignorantemente em relação ao profissionalismo alheio. E para informação, minha especialização se deu em 600 horas. Se desejas “paz”, deves abster-se de atacar profissões que acreditas ameaçar a tua. Sem mais.

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      Concordo plenamente. Há profissionais ruins em todas as áreas. Vejo de muito perto, estudantes de medicina se achando os doutores e os recém formados em medicina que nem encostam nos pacientes…. Em relação ao texto acima, equivocado por sinal, não é culpa dos psicopedagogos que hajam tantos diagnósticos de transtornos nas crianças. Simplesmente hoje em dia tudo é transtorno. Há 50 anos atrás era só falta de limite e de educação mesmo. Faltam pais presentes e que eduquem, faltam professores que cobrem ( há, mais hoje precisa deixar a criança a vontade! ) Só isso !! Minha singela opinião.

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      Nota de repúdio!!!!!!!!!

      È imoral, leviano e irresponsável seu “artigo ” senhora Regina. Em seu “texto” se autoriza a denegrir a imagem dos profissionais da psicopedagogia e neuropsicopedagogia a seu bel prazer suas afirmações quando generaliza, são MENTIROSAS , DESRESPEITOSAS E DESCABIDAS ! Em todas , eu disse todas as áreas independente de serem profissão ou não existem profissionais e profissionais, bons e ruins. . Eu também já tive PÉSSIMAS experiências com FONOAUDIÓLOGOS que não sabiam o que era CONSCIêNCIA FONOLÓGICA , e eu com minha compaixão e respeito não o julguei em praça pública , deveria , DEVERIA DENUNCIÁ-LO ao conselho pois estava tratando de uma criança disléxica há 2 anos cobrando um ABSURDO DOS PAIS , EXTORQUINDO DINHEIRO DA FAMÍLIA sem apresentar resultados nenhum! Fizeram faculdade , não foi senhora Regina? E também saem por aí abrindo seus consultórios comentando atrocidades e crimes como esses! O que vcs não aguentam é ver os médicos indicarem o psicopedagogo ao invés de vocês Fonos , não é senhora Regina , ou deveria dizer PALHAÇA REGINA, como preferir. Por que será? O limbo é o destino dos que se julgam acima do bem e do mal com um discurso medíocre , demagogo, hipócrita ,LEVIANO e M E N T I R O S O . Providências LEGAIS com certeza já estão sendo analisadas e muito provavelmente providenciadas .
      #reginabiancorEUrepudio

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        ERRATA: A nota de repúdio que postei vai para a senhora : Sonia Blanco !! Digna de compaixão !

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      Concordo plenamente com a colega, é desrespeitoso falar de outro profissional sem conhecer qual a sua real atuação, profissionais negligentes existe em todas as áreas, recomendo que busque informações mais precisas sobre a atuação do psicopedagogo

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      Parabéns!! Complementando!!
      O que adoecem nossas crianças são as negligência de um sistema público de ensino sucateado que não proporciona uma formação continuada digna aos nossos professores que muitas vezes pagam suas pós graduação de 360 horas que muito contribui para a melhoria da educação!! Pedagogicamente essa senhora nunca foi docente na vida para falar em despertar desejos nos alunos rotulando nossos professores como chato! Respeite a nossa categoria de professores que por conta da nossa profissão vc como se intitula fonológica precisou algum dia!! Fica a dica para falar de metodologia conheça primeiramente didática e pedagogia para ter respaldo em falar se uma metodologia vai ser prazerosa ou não ! E em relação a psicopedagogia não tem propriedades já que nunca cursou a área vá estudar e ser mais ética !!

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    Olá Sônia Blanco!
    Gostaria de deixar expresso aqui meu sincero lamento para sua atual opinião. Acredito que sua reflexão sobre a formação do Pp (psicopedagogo) seja fiscalizada bem de perto para que instituições que oferecem o curso com essa carga horária sejam punidas! Porém, infelizmente seu artigo ficou generalizou. Sou Pp há 11 anos e atuo desde minha formação com muita responsabilidade, bem como muitos dos colegas da área. Desde 2015 temos um sindicato que representa a classe e que tem como objetivos a legalização da Pp como profissão e a fiscalização da formação entre outros…
    Sendo assim, sugiro que se tem conhecimento de fato do papel da Pp, faça um novo artigo falando sobre o prejuízo que a má formação proporciona. Lembrando que isso não se restringe apenas à Psicopedagogia…
    Miriam Costa
    Pp sindical CRPp029

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    Complementando meu comentário, sobre o fato da criança que foi supostamente diagnosticada como TDAH, pelo que entendi não foi um profissional da Pp que levantou essa hipótese, pelo menos no artigo não relata isso…
    Por favor, gostaria que esclarecesse, no aguardo

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    O problema maior, foi o título do artigo, ou seja, a forma como da “chamada”. As pessoas não costumam ler um artigo na íntegra, o que gera um entendimento equivocado. O título de forma isolada, foi grosseiro e agressivo. O conteúdo, tem alguns pontos de verdade, porém, com uma visão de certa forma, generalista e equivocada. Pra quem só lê o título, deixa uma imagem de desmerecimento ao psicopedagogo e transmite a Psicopedagogia, a imagem de uma abordagem duvidosa. Sinceramente, na minha opinião, é um artigo desnecessário…a autora poderia escrever algo construtivo. Pelo que vi, ela é fonoaudiologa, educadora e arteterapeuta. Recomendo que essa senhora, ingresse o mais rápido, numa digamos “reciclagem”. Indico o bacharelado em Psicopedagogia, com duração de 4 anos, disponível no formato EAD (modalidade já adotada por várias universidades renomadas ) e também presencial.

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      Miriam
      Sim, foi uma psicopedagoga, mas esse não é apenas um caso isolado.
      Porém, vou acatar sua sugestão e farei melhor, vou escrever um artigo onde falo da importância da psicopedagogia na equipe multidisciplinar.
      Não leve a mal, as criticas foram em função da minha experiência pessoal.
      E, como disse, tenho grandes profissionais da área com quem trabalho e para quem mando meus pacientes.
      Agradeço sua opinião e a recebi com carinho, pois acredito que discordar é um caminho saudável para o engrandecimento.
      Quanto aos equívocos, todos nós estamos equivocados em relação ao absolutismo.
      Fique em paz.

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      Oi Wanda, alteramos o título do texto, pois nossa intenção é realmente a reflexão.
      Obrigada pelo comentário.
      Fraterno abraço!
      Equipe PPD

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    Professora Fonoaudióloga Sonia Blanco, quem generaliza erra! Quando você intitula um artigo desses, colocando de escanteio todos os profissionais sérios de uma categoria garantida pelo CBO, você corre um grande risco de ser acionada justificante, uma vez que não somos leigas como você generaliza, não saímos por aí distribuindo laudos, pois quem lauda é o neuropediatra, e ainda encaminhamos todos os casos de suspeita diagnóstica para fonos, neuropediatras e psicólogos. Já recebi laudo de deficiência intelectual de criança inteligente e capaz, laudo de TEA de criança que interage com abraços e beijos, com olho no olho, etc e não foram escritos por psicopedagogos. Acho que o mínimo que você deveria fazer é se retratar. Profissionais bons e ruins existem em todas as áreas. Erros médicos, veterinários, psicológicos, fonoaudiológicos, psicopedagógicos não devem cobrir toda uma categoria com sua fama. Desagradável da sua parte ofender neuropsicopedagogos e psicopedagogos. Também sou professora universitária, também formei psicopedagogos, neuropsicopedagogos, pedagogos, etc. Sou professora, psicanalista, neuropsicopedagpga, psicopedagoga e sei que existem muitos profissionais que não nasceram para atuar, mas daí até generalizar, jamais! Tenho parceria com fono, psico, neuropediatra, psiquiatra e sinto muito você ter uma mentalidade tão atrasada em relação a isso.

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    Boa tarde,
    Acho de suma importância o cuidado com o generalizar, sou psicopedagoga, neuropsicopedagoga e psicanalista, não canso de estudar fiz vários cursos na área, inclusive sou mestranda e minha tese de pesquisa é a neurociência.
    Colocar nossa profissão como culpada de estar adoecendo nossas crianças é revoltante e triste, concordo com relação aos cursos EAD e com poucas horas de estudo, falta sim fiscalização mais severa- lembrando que não são todos os cursos que fazem dessa forma- mas tendo como base essas informações e a experiência que a senhora teve com relação a suposta hipótese diagnóstica da colega não são parâmetros para generalizar toda a classe de profissionais.
    Inclusive, eu que atendo há mais de 6 anos, às vezes no trabalho de equipe – SIM DE EQUIPE- FAMÍLIA, PROFESSOR, FONO, PSICÓLOGO, MÉDICO – encontro erros absurdos em relatórios e laudos – sim de médicos que também não tem conhecimento e falam qualquer coisa para os pais, já deparei várias vezes com trabalhos de fonoaudiólogos que me pareciam mais aula de reforço, assim como tive a alegria de encontrar ótimas fonos, psicólogos e médicos, nem por isso sai generalizando e culpando a todos dos absurdos que vi.
    Agora dizer que são os psicopedagogos responsáveis por essas parafernálias é um absurdo assim como uma falta de ética profissional da senhora.
    Em todas as áreas teremos bons e maus profissionais, se todos estudarmos com afinco, como muitas companheiras de atendimento fazem, e nos unirmos em vez de atacarmos, quem sabe teremos mais êxito em nossa caminhada.

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    Olá, achei muito grosseiro esse artigo, chega a ser desrespeitoso com cada profissional da área de psicopedagogia. Concordo que existem instituições que oferecem o curso e que deixam a desejar não apenas na área educacional ou psicológica, mas em todas as áreas do conhecimento, porém cabe ao profissional buscar se especializar, se aprofundar no assunto para que tenha êxito em sua formação. O maior problema foi o titulo do artigo, na verdade as pessoas já estão apresentando uma queixa ou já chegam com o transtorno, o psicopedagogo levanta hipóteses diagnóstica não fecha laudo, faz os encaminhamentos e intervenções, até porque o psicopedagogo não trabalha sozinho, precisa de outros profissionais como fonoaudiólogos, psicólogos, neurologistas, neuropediatra, pediatra, psiquiatra, psiquiatra infantil etc. Gostaria que refletisse sobre o que publicou, esse artigo rebaixa a nossa profissão sem ao menos se especializar na área e os anos de estudos de cada profissional, isso pode até gerar um processo.
    Psicopedagoga Leila Ribeiro

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    Seu artigo poderia ser melhor se não fosse trágico ! Colocar uma chamada dessa em artigo ! Generalizando uma classe toda! Como se Eu colocasse que fonoaudiologia não é da área da saúde e sim da educação ! Hoje temos
    Fono que quer cuidar das dificuldades de aprendizagem por exemplo!sendo que é da área pedagógica ! Ou de adolescentes que tem
    Problemas de saúde mental, que é da área psicológica! Colocar em xeque o trabalho psicopedagógico, não me afeta suas colocações! Meu tempo de experiência me faz refletir que vc com todos esses anos, ainda tem
    Olhar discriminatório! No qual nós Psicopedagogos nos Orgulhamos Sim! hoje pode não ser profissão regulamentado como vc fez questão de explicitar em
    Seu artigo, não nos Afeta! É nossa Profissão Simmm!! Cm vc mesmo sabe nenhum especialista dar diagnóstico ! Assim, até valorizo toda sua bagagem curricular, mas vc foi infeliz em seu artigo!

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    Sou Fonoaudióloga e fiz uma pós graduação em Neuropsicopedagogia, nela encontrei colegas

    alunas da área da Educação perdidas nos assuntos voltados para anatomia, fisiologia, assuntos pertinentes a saúde. Não vi colegas prontas p assumir um consultório com aquela especialização. Parabéns por sua colocação!!! Mto pertinente.
    Um abraço

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    Lamento a abordagem do texto que generaliza a formação do psicopedagogo. Realmente, alguns cursos a distância deveriam ser revistos, e cursos sem estágio para vivência, também. Contudo, o titulo generalizado demonstra um certo desconhecimento pela nossa especialização. O que o artigo julga como ideal para a formação é exatamente o que a embasa. A sugestão para uma nova visão do psicopedsgogo já é o que nos norteia, nosso princípio e visão para os atendimentos. O olhar diferenciado para as individualidades, cabe também aos formadores, palestrantes, mestres e doutores. Se um profissional não pode generalizar comportamentos em um único diagnóstico, nenhuma área pode condenar a ação de outra, baseado apenas em um ponto de vista. A tolerância, empatia e respeito cabe tanto às criancas que estamos auxiliando, quanto aos adultos que estão em constante formação. Podemos falar a mesma coisa de forma diferente, com respeito às diferenças e não denegrindo uma atividade toda, baseada apenas nos profissionais ruins que atuam na psicopedsgogia, psicologia, arteterapia e por aí a fora. Mais empatia colega! Abs.

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    Se um PP está dando diagnóstico. Já tá errado. Psicopedagogos, avaliam e no relatório colocam o q observaram.. quem diagnóstica é o médico.
    Médicos sim estão sendo levianos e irresponsáveis dando diagnóstico e receitando remédio com base no relato da família. Uma psiquiatra receitou fluoxetina pro meu filho de 11anos, olhando pra cara dele por 2minutos.
    O trabalho da Psicopedagogia é um trabalho sério e comprometido.
    E como em toda área há os mequetrefe. Assim como na fonoaudiologia tbm tem.
    E pelo pouco q sei fono tbm não pode diagnósticar TDAH!
    Estar com uma criança por poucas horas, com uma atividade q lhe trás interesse (hiperfoco- pesquisem sobre isso) não atesta se ela é ou não TDAH. Antes de falar sobre um assunto devemos estudar sobre ele. Lamentável sua colocação.

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    Só lembrando que o psicopedagogo não dá diagnóstico. Levanta hipóteses. Para se chegar a um diagnóstico, é necessário uma avaliação multidisciplinar. Então dizer que o psicopedagogo da diagnóstico por tudo sem ter, é um equívoco.
    Até entendi partes do seu ponto de vista ao ler o texto, porém o título foi extremamente tendencioso e agressivo. Completamente desnecessário!

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    Concordo quando ela diz que 360 horas a distância não forma bem um profissional que vai lidar com inúmeras facetas da educação. Porém, para tamanha audácia, em dizer que um estudo baseado em argumentos que visam ajudar o processo de alfabetização, creio que fosse necessário um pouquinho mais de estudo e de cuidado ao digitar palavras que ofendem profissionais como eu , que , além de levar sim muito a sério esse processo, fui formada primeiramente por uma graduação em pedagogia e depois de um processo bastante rigoroso, pós graduada por uma das melhores universidades do país, a UnB, onde presencialmente cursei quase 700 horas e com isso minha monografia foi inclusive publicada por um dos canais mais importantes de veiculação matemática de Brasília. Além disso, afirmo com muita destreza que, estudo bastante para não cometer erros exemplados no artigo acima. Portanto, não sendo como a autora que desmerece o trabalho dos colegas (visto que trabalhamos em equipe multidisciplinar – e acredito que ela deveria saber dessa importância) , não critico a escrita mas sugiro que aja mais empatia e se for para escrever alertando a sociedade, que seja com mais cautela. Enfim, de toda forma, desejo sucesso na caminhada daqueles que defendem uma educação melhor para o país, sem precisar menosprezar nossos colegas de trabalho.

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    Lastimável uma fonoaudióloga, escritora, com toda essa formação se posicionar de forma tão sem ética e infeliz, com uma artigo tão arrogante e desqualificador. Até onde entendo, a EAD existe para as diversas profissões… bons e maus profissionais também, não entendo o porquê de uma análise tão sem fundamento, enfim, a soberba é fato é notório!! Triste mto triste!! Confesso que a senhora deveria repensar seu posicionamento e seria cabível uma retratação!!
    Sandra Schell
    ABPp 353/19
    Formação: Letras Anglo-Portuguesas, Pedagogia, Direito, pós graduada em Metodologia de Ensino e Didática, Psicopedagogia Institucional, Clínica e Hospitalar, Direito Civil e Processo Civil, Professora PDE do Estado do Paraná.

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    Desnecessário rotular profissionais.
    Desnecessário mencionar que observou a criança por 4 horas??? Que tipo de observação é essa.
    Necessário a denúncia por negligência em qualquer atendimento enganador e não comprovado por laudos médicos seja Pp, Pscicólogo, Médico, ou qualquer outra área.

    Não se expõem ninguém assim.

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    Precisa se atualizar, as formações para atuar na psicopedagogia só se dão a partir da carga horária de 600h e não 360h.

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    É lamentável uma profissional de outra área atacar, culpar a problemática educacional no país ,há profissionais de outra área. Colocando a Psicologia como a sabedora, essa que já foi rejeitada. Lamentável desconhecer a grandiosidade da Psicopedagogia que não é psicologia. Lamentável saber que um profissional ainda é analisado sua capacidade desmerecendo o tempo de estudo documental, assim como a forma.
    Essa fala é de quem não conhece a Psicopedagogia, muito menos aprendizagem. Não entende que cada um tem seu tempo e forma de aprender e se fazer profissional. Até porquê o estudo deve ser pra sempre.
    Infelizmente na Psicopedagogia estamos muito atrasados em comparação Argentina e Europa por exemplo. Mas digo para vocês não desanimem, nem desistam. Quanto mas nos criticam,mais cresceremos. Força e foco que a regulamentação chegará em detrimento a qualidade crescente.

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    Não acredito que li isso!
    Uma pessoa com um currículo desse deveria mostrar sabedoria profissional já que o currículo, a pós graduação a qual se forma é tão importante como ela menciona , mas tem uma tamanha ignorância, não respeita a profissão do outro … Tudo bem ter suas críticas , agora expor assim e afirmar que as crianças estão adoecendo por causa dos psicopedagogos ?! Isso é ridículo!
    Todas as profissões tem seus bons e maus profissionais e por ética respeitamos o outro mesmo vendo as falhas.

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    Interessante que você afirma não ter raiva da psicopedagogia ou psicopedagogo porém não foi isso que seu texto passou, a começar com esse título tendencioso! Procure se informar primeiro da psicopedagogia, pra você que não sabe temos a graduação em psicopedagogia. E essa carga horária que você cita aí já foi modificada faz tempo, hoje temos várias pós graduação com carga horária de 740h inclusive à distância. Não fale do que você não sabe, se ficou decepcionada com algum psicopedagogo não generalize. Nós estudamos, nos capacitamos assim como os fonoaudiologos, qual seu problema? Não se garante? Desça mais! O psicopedagogo faz parte da equipe multidisciplinar! Se hoje não somos reconhecidos breve seremos assim como a fonoaudiologia lutou e conseguiu! Pare de disseminar ódio contra os psicopedagogos! Apague esse discurso de ódio e fale no geral, ou vocês nunca erraram uma hipótese diagnóstica na vida? Quantos pacientes já me foi encaminhado por alguns fonos com diagnóstico de dislexia, quando na realidade o paciente só tinha problemas de vista e um óculos resolveu o problema! você pode ter os títulos do mundo inteiro da galáxia, porém, se não tiver humilde não é nada!
    (Edvânia Araújo)

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    Pra começar psicopedagogo, fono, psicóloga, professor não podem dar laudos… Fostes infeliz na abordagem colocando todos os psicopedagogos na sua régua! Lamentável esse seu posicionamento, sou pedagoga, psicopedagoga e não faço parte de sua estatística. Cuide com o seu pré conceito.

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    Você não pode falar de maneira genérica, pois esxistem ótimos profissionais Psicopedgaogos. Primeiro que o projeto de lei que está em trâmite no senado prevê carga horaria de 600hs e hoje já existe o curso em nível superior. Penso que existem profissionais ruins em qualquer profissão, assim como na fonoaudiologia e assim como existem médicos ruins, generalizar é rotular vários Psicopedagogos que estudam, correm atrás de conhecimento e informação e ajudam milhares de famílias e crianças. O profissional psicopedagogo que dá diagnóstico com certeza é péssimo profissional, pois o diagnóstico é multidisciplinar ele não tem autonomia para bater o martelo, e o protocolo de avaliações que a especialização nos passa não é restrito a psicólogo, pelo contrário todos os professores podem aplicar. Se algum profissional psicopedagogo que você conhece está dando diagnóstico e uriliza protocolos exclussivos de psicólogos esses péssimo profissional. Agora não generalize seu discurso.

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      Desculpe os erros de digitação. Estou digitando no celular.

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    No seu texto você cita uma aluna com TDAH ,minha professora da pós tem o transtorno é inteligente e fala três língua estou no exterior é super competente. E cita a PL nesse documento para atendimento o psicopedagogo precisa de um curso de no mínimo 600 horas.Agora acredito sim que tem curso que não oferece o conhecimento necessário para o profissional já sair clinicando precisar de novos curso ,capacitaćões muita leitura.Acredito que a forma como você colocou seu texto e principalmente seu título você denegril a imagem do psicopedagogo! Fiz minha pós na FIBH em Belo Horizonte gostei muito fiz três meses de estágio,fiz várias capacitações com Sinais Sampaio e com outras profissionais de peso na psicopedagogia.Acho que só a pós não é suficiente temos que buscar conhecimento estudar Muito.
    Reveja seu texto principalmente esse título!

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    Sobre a psicopedagogia estar adoecendo crianças! Entendi seu ponto de vista. Porém não se pode generalizar pois eu fiz psicopedagogia presencial com estágio clinico e fiz neuropsicopedagogia também PRESENCIAL.
    Também não utilizo testes que não são de minha área de atuação.
    Seria interessante refazer texto e deixar claro que em todas profissões existem profissionais éticos ou não. CADA PROFISSIONAL E ÚNICO.
    HERBENIA LIMA PSICOPEDAGOGA NEUROPSICOPEDAGOGA FORTALEZA CE

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    Prezada Sônia Branco,
    Que profissional sério em, apenas, 4 horas de observação traça qualquer diagnóstico que seja. Você pode, no máximo, levantar uma hipótese! Para chegar a um diagnóstico, dessa natureza citada em seu texto, espero que você saiba disso, um profissional precisa de dias e as vezes, meses de estudo, acompanhamento e troca de olhares e informações, tanto com a família e escola quanto, com outros profissionais. O fato de uma criança ser capaz de gastar horas em determinada atividade não diz se ela tem ou não essa ou aquela condição.
    Por favor, ser agitado ou calmo não é requisito único e determinante de TDAH ou de qualquer outra condição. Sugerir ou refutar um diagnóstico se pautando apenas em uma observação é no mínimo leviano e nada ético.
    Para encerrar esse meu texto, mas não a discussão sobre o seu texto, esclareço que, quem fecha diagnóstico é médico e em qualquer condições esse deve ser fechado após olhar multidisciplinar.
    Nós Psicopedagogos somos apenas um dos profissionais dessa equipe. O nosso papel é, e deve sempre ser, levantar as percepções e hipoteses, sempre pautadas na cientificidade, sobre a condição do ser humano que estamos avaliando.
    Devo lhe dizer que seu texto é levianos e desprovido de ética. Fundamentado no desconhecimento sobre os procedimentos do campo da investigação sobre problemas do desenvolvimento e da aprendizagem.
    Sem mais para o momento.
    Hervecia- Pedagoga (UECe), Psicopedagoga (UnB) e Msc em Psicologia (UnB) e Especializada em Análise do Comportamento pelo CBI Miami.

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    Olá Sonia!

    Vejo que o seu artigo é uma opinião pessoal e como não apresentou embasamento teórico ou de pesquisa aprofundada; já que não traz nenhum referencial ou representação estatística sobre os dados apresentados, gostaria de saber um pouco mais sobre o assunto.

    Importante ressaltar que ao escrever um texto temos que ter ciência da dimensão que poderá atingir e impactar a vida de muitas pessoas: estudantes, profissionais, familiares, etc.

    Os pontos abordados foram:
    1- Psicopedagogos estão adoecendo as nossas crianças.
    2- A psicopedagogia é uma profissão que não existe.
    3- Formação profissional EAD
    4- A escola como construtora de conteúdo
    5- A responsabilidade ou Culpa

    Assim, gostaria de saber quais os dados concretos e estatístico sobre a determinação de que são os psicopedagogos que estão adoecendo as crianças. Quais são as doenças que estão afetando as crianças em processo de intervenção psicopedagógica? Quantas crianças tem apresentado sintomas desse tipo de doença?

    Ao inferir que a profissão de Psicopedagogo não existe está correta? Mas se assim fosse, a profissão de Pedagogo também não existiria. O fato de não ter uma profissão não ser regulamentada implica a inexistência dessa profissão?

    A psicopedagogia é um campo da psicologia, com essa afirmativa, a sua visão seria a de que somente psicólogos poderiam exercer a profissão? Não entendi também sobre isso, já que a psicopedagogia é uma ciência apoiada na tríade: psicologia, pedagogia e psicanálise.

    Sobre a formação do profissional EAD entendo que após a regulamentação oficial da Profissão (pois no meu entendimento, essa já é uma profissão ou ofício como queira interpretar), essa questão já será melhor entendida e abordada; porém desqualificar um profissional com formação EAD sem saber como essa formação se procedeu é generalizar e toda generalização como você disse pode ser equívoco. Mas acredito que você conheça a ABED e a ABPp e talvez a senhora tenha uma estatística real sobre essas afirmativas. Assim, gostaria de saber qual a estatística quanto aos “erros” de diagnósticos ou intervenções realizadas por psicopedagogos que tenham formação EAD? Quais foram os critérios qualitativos utilizados na sua opinião sobre a EAD?

    A crítica sobre a função da escola como construtora de conteúdos e nada além disso não seria também desqualificar e generalizar todas as escolas? Mas quando se refere a construtora de conteúdos eu acho que tem razão, pois é função da escola construir pessoas capazes de conviver socialmente, de atingir autonomia de pensamento, de incentivar práticas para o exercício consciente da cidadania e a responsabilidade sobre si e sobre os outros. Aqui é uma opinião minha.

    Responsabilizar ou culpabilizar as pessoas por buscarem “esses profissionais” – retirada do próprio texto – com qual intenção dessa forma de expressão? Eu por exemplo, tenho uma filha de 7 anos com síndrome de down e quando busco “esses profissionais” é justamente por acreditar no desenvolvimento da minha filha, nas habilidades que ela tem potencial para desenvolver.

    Sonia, respeito muito a sua opinião e ainda não sou profissional da área, estou em formação EAD em um bacharelado de psicopedagogia e acredito na profissão, acredito no meu potencial; assim como acredito que profissionais em busca de títulos existam em qualquer profissão, infelizmente. Acho que foi relevante alguns pontos abordados no seu texto, mas aguardarei o complemento das informações, pois além de tudo sou pesquisadora na área e tenho humildade em assumir que o aprendizado é um processo contínuo e social e eu sigo nesse caminho.

    Paz para você também!

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    Lamentável! Muito triste esta postura diante este “artigo” a pessoa que o fez precisa se retratrar diante a categoria de Psicopedagogos e Fonoaudiólogos! Se é para gerar alguma espécie de “ibope” vai gerar sim! E muito mais! Os danos as categorias envolvidas, o que já está acontecendo!
    Sou Psicopedagoga há 8 anos com crianças autistas consigo traçar o perfil e programas de intervenção psicopedagógica e com sucesso! E diante aos meus resultados obtive respeito por muitos pais, atualmente sou presidente de uma Associação de Autiistas ! Existem em todas as categorias o mal profissional, talvez não esteja atualizado ou as ferramentas não foram adequadas ou precisas, precisariam ser investigadas. Ou este artigo possa ter sido gerado por questões pessoais a autora. Falo pela experiências já vividas por perseguição a minha pessoa por alguns da categoria de fonoaudiólogos.

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    No seu texto você cita uma aluna com TDAH ,minha professora da pós tem o transtorno é inteligente e fala três língua estudou no exterior é super competente. Você cita a PL nesse documento está expecificado que, para atendimento o psicopedagogo precisa de um curso de no mínimo 600 horas.Agora acredito sim que tem curso que não oferece o conhecimento necessário para o profissional já sair clinicando sem precisar de novos curso ,capacitações e muita leitura.Acredito que a forma como você colocou seu texto e principalmente seu título você denegril a imagem do psicopedagogo! Fiz minha pós na FIBH em Belo Horizonte, gostei muito, fiz três meses de estágio,fiz várias capacitações com Sinais Sampaio e com outras profissionais de peso na psicopedagogia.Acho que só a pós não é suficiente temos que buscar conhecimento mesmo e estudar muito.
    Reveja seu texto principalmente esse título!
    Os transtornos sempre existiram mas não tínhamos conhecimento, como já presenciei ao longo dos anos dizeres como .essa criança é burra retardada. Desmiolada não entra nada nessa cabeça.Hoje diante dos conhecimentos já não vimos expressões assim. Temos uma nova visão das coisas dos alunos é de muitas situações que vivenciamos no dia a dia da escola.

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    Respeito sua profissão, seus anos de experiência e principalmente suas especializações, mas como um ser humano tão bem instruído, fico realmente triste com seu texto. Nele, concordo com passagens as quais fala de nossa educação brasileira, infelizmente muito precária! Mas devemos nos ater ao fato de que existem psicopedagogas Institucionais e Clínicas e que há uma formação totalmente diferente para cada uma delas, elas são totalmente diferentes. Nenhum psicopedagogo Institucional está apto a diagnosticar uma criança, e até mesmo o clínico não o faz, o que é dado é uma HIPÓTESE diagnóstica, deixando claro que a criança deverá passar por neuropediatra para tal diagnóstico, e para que haja esse diagnóstico são aplicados testes e protocolos, não são feitos apenas em observações. O DSM 5, também é utilizado nesses casos. Sou Pedagoga e Psicopedagoga e levo minha profissão muito a sério, sendo uma profissional ética e responsável, lidando com olhar holístico e preocupada quanto a criança e quanto a família! E lamento que esse seu texto denigra tantos profissionais que estão fazendo um ótimo trabalho! Nele você está generalizando, o que está muito errado, pois em TODAS as profissões encontramos profissionais ruins, sem ética e preocupação. E profissionais exemplares! Realmente lamento muito pelo seu texto, pode até não ter sido a sua intenção, mas nele você se coloca de modo totalmente equivocado contra toda uma profissão ( profissionais) que embora ainda não seja reconhecida é composta sim, por muitos profissionais competentes, éticos e exemplares, preocupados sim, com cada criança e família que passa por sua avaliação.

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    Você está falando mal de professor ou psicopedagogo?
    Você como “formadora ” de professores não deveria falar tão mal da prática pedagógica porque existem professores excelentes.
    As crianças apresentam dificuldades na escola por questões diversas, as quais não depende só do professor, mas de questões familiares, sociais, pedagógicas ou algum transtorno ou dificuldade de aprendizagem sim.
    Se “dá formação de professores ” deveria saber que uma criança não é retida por TDAH mas sim se ela não cumpre os requisitos mínimos de uma série após serem feitos vários trabalhos para evolução dessa criança, e que se ela tem TDAH o olhar de aprovação ou reprovação é diferenciado.
    Ninguém tem direito ou autoridade de “condenar” uma classe de profissional porque em todas as áreas tem diversos tipos de profissionais.
    Ou os péssimos fonoaudiologos deveriam ser referência para toda a classe e os bons serem “desprezados “?
    Muitos professores, pedagogos e Psicopedagogo tem mais tempo de formação que muitos outros especialistas que se julgam superiores, pois a qualidade do profissional não é medida somente pela carga horária sim por sua prática e experiência.
    Falta esclarecimento e estudo de outros profissionais para conhecerem não só as áreas “concorrentes” mas uma prática de sala de aula pra que não se diga simplesmente que as crianças apresentam dificuldades por causa somente de “professores chatos”.
    O profissional mostra sua verdadeira ética profissional quando respeita o trabalho do outro e não generaliza e está disposto a mostrar para as famílias que uma fala nunca é isolada, mas tem um contexto e que se essa criança citada acima seria reprovada ou não, a mesma deveria ser orientada; que no mínimo essa criança tem dificuldade de aprendizagem e necessita sim de UM BOM PSICOPEDAGOGO, ou um BOM FONOAUDIOLOGO.
    Sou professora com muito orgulho, amo o que faço, e ensino aos meus alunos que o respeito faz parte da formação humana.

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    Tenho pós graduação em neuropsicopedagogia com mais de 900 h. Não concordo com sua colocação de responsabilizar só o psicopedagogo. Um diagnóstico é fechado só por um médico, a intervenção com a criança têm que ser multidiciplinar, então, tds são envolvidos. Não só as crianças, mas o ser humano está doente, isso se deve em partes pela tecnologia, as crianças não sabem lidar com frustrações querem tdo na hora, não sabem lidar com as emoções, a educação têm que mudar, haver disciplinas que envolvem como lidar com as emoções. É necessário rever essa educação do Brasil.

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    Lamentável que a atividade Psicopedagógica tenha sido, numa análise generalista, colocada em um patamar tão simplista.
    Definitivamente a psicopedagogia NÃO está adoecendo nossas crianças. Pelo contrário, a ação séria e comprometida de vários profissionais dessa área tem contribuído, sobremaneira para a melhoria da qualidade de vida dos nossos estudantes.
    No entanto, como em todas as atividades, inclusive na fonoaudiologia, há indivíduos oriundos de EAD e também de cursos presenciais, sem a devida preparação técnica.
    Se há psicopedagogos, fonoaudiólogos, professores, nutricionistas, orientadores educacionais ou qualquer outro indivíduo fazendo diagnósticos fora da sua área de atuação, que respondam por seus atos. Mas daí generalizar que, por conta desses, a psicopedagogia está adoecendo nossas crianças é inaceitável!
    Que em sua trajetória vice continue abençoando muitos, professora Sonia.
    Pp Adriana Dutra
    Brasília -Df

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    Lamento. Meu curso não foi de 360h, mas de 600h. Podemos ainda não ser uma profissão reconhecida, mas todas passaram por esse processo e se dedicaram. Seremos e estamos lutando para esse reconhecimento que só confirmará nossa competência. Lamento saber que há psicopedagogos (desconheço) que diagnostiquem, quando o correto é levantar hipóteses, mas há profissionais que envergonham em todas as áreas de atuação, como também há os que são sérios e comprometidos. Você tem toda liberdade de apresentar sua opinião, mas atacar frontalmente pessoas que se dedicam é ofensivo e mostra a sua falta de conhecimento da Psicopedagogia, com um título tão absurdo e irreal. Não vi, em seu currículo, nada que a autorize ou a qualifique a dizer essas alegações infundadas. Seu estágio contemplou as preparações e as sessões de um psicopedagogo? Não creio. Já atendo crianças que vieram de fonoaudiólogos que não contribuíram com o avanço, mas isso não desqualifica toda gama de fonos sérios e competentes, mesmo tendo aqueles que envergonham a profissão. Lamento sua falta de conhecimento, sua amplitude de difamação e lamento aqueles que aplaudiram suas inverdades.
    Carla Regina Psicopedagoga

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    Bom dia! Achei o seu texto pertinente quando se refere a formação acadêmica dos Psicopedagogos e Neuropsicopedagogos, realmente uma carga horária de 360 h não é suficiente para tornar um profissional “especialista” nisso ou naquilo, no entanto, o Psicopedagogo antes dessa eepwcialização necessita ter uma graduação, que certamente dará base para seu exercício profissional. Outra questão é que o profissional que quer ser bom no que faz não vai parar por aí, vai buscar cursos e outras formações para sustentar sua prática. Outro ponto a ser destacado é que profissionais desqualificados tem em todas as áreas, não somente na Educação ( no caso na Psicopedagogia). Há muitas instituições oferecendo cursos de má qualidade. Sou Professora e Psicopedagoga de formação e atuação e desde que fiz Pedagogia e pós-graduação não parei de estudar. O problema é que muitos acham o termo “Psicopedagogo” chique e acabam dando um “diagnóstico” como se fossem médicos. Mas fato é que a Psicopedagogia sozinha não é capaz de “diagnosticar” o que a criança tem e nem é esse o objetivo da mesma. Este profissional precisa de uma equipe multidisciplinar para desenvolver seu trabalho: Fonoaudiólogos, Psicólogos, Pediatras, Terapeutas Ocupacionais, etc. A Psicopedagogia tem sim um olhar voltado para as habilidades de cada indivíduo, assim como também contribui para o desenvolvimento de outras habilidades.

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    Eu sou psicóloga e psicopedagoga. Trato o meu trabalho com muito respeito e aprendi que não damos diagnósticos, apenas levantamos hipóteses. Hipóteses essas levantadas depois de um processo avaliativo muito responsável.
    Eu concordo com algumas coisas que você coloca, porém o seu texto acaba generalizando a categoria e culpabilizando a Psicopedagogia por diagnósticos errados. Profissionais sem ética existem em todas as categorias, não culpamos a categoria por isso.
    Acho que falta um pouco de cuidado no teu texto, um pouco de falta de conhecimento no trabalho do psicopedagogo também.
    Você é contra a arrogância profissional, eu também sou. Mas julgar toda uma categoria profissional com base em alguns erros de alguns, também me passa como arrogância profissional. Desculpe a sinceridade, mas como você é uma pessoa favorável à críticas, creio que também as aceite.

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    Bom dia!!! Vc generalizou a profissão da psicopedagogia. Primeiro: A carga horária da minha formação em psicopedagogia foi de 735 horas. (Presenciais)
    Segundo: fiz 3 meses de estágio na clínica escola, com caso real. Não fiquei somente na teoria. Terceiro: Usamos somente protocolos autorizados para a área da psicopedagogia. Lamento muito as suas colocações de modo generalizado.

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    Texto raso, precisa conhecerer a psicopedagogia, inclusive uma das maiores fonoaudióloga do pais é psicopedagoga também a Renata Jardine.

    O sindicato e abpp estabelece um minimo de 600 horas e estágios clínicos, institucional e hospitalar, precisa se informar melhor, profissionais ruins existem em qualquer área.

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    Sônia Branco, vc tem 37 anos como Fonodiologa e não como psicopedagoga, além do mais pra quem é escritora, atacar a profissão do colega sem argumentação teórica, é a mesma coisa que querer, dar consultas de fonodiologia sem ter passado pela faculdade, lamento pelo seu artigo.

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    Sou psicopedagoga e atuo com muita responsabilidade, e seriedade no que faço, portanto a senhora generalizou…como li nos comentários acima, com certeza temos ótimos profissionais e aqueles que não são tão bons, isso ocorre com profissionais da sua área também, nunca vi nenhum psicopedagogo querendo se passar por médico ou até mesmo fazendo diagnósticos já que isso é função apenas do médico. Fiz minha pós graduação presencial e com 920hs, então não posso falar das instituições que disponibilizam de cursos com carga horária tão inferior, mas o que cabe a senhora realmente é ter certeza do que está sendo publicado e quem vai estudar procurar uma instituição seria e com uma grade boa….isso serve para todas as profissões….
    Sou filiada ao sindicato, portanto não atuo de brincadeira….e sim faço um trabalho sério como o seu….
    Não quero desrespeita lá, pois não há conheço e não sei como é essa profissional, agora o que não posso é ver alguém desmerecer meu trabalho onde estudei e ainda estudo para que possa atender com seriedade e respeito, isso deveria fazer parte do seu trabalho também….

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    Que título tendencioso. É quase impossível acreditar que uma profissional com tanto tempo de atuação precise chamar a atenção para seu artigo com títulos apelativos assim. Não é a psicopedagogia que está adoecendo as crianças. Mau profissional existe em todo seguimento da sociedade, infelizmente. Assim como existem cursos ruins com ch ruins existem cursos presenciais e a distância com ch adequada e equipe competente que servirá de base para o desenvolvimento de profissionais excelentes. Seu artigo traz sim muitos questionamentos relevantes e que precisam ser levantados mas isso deve ser feito sem generalizar nenhuma categoria. Não precisava, definitivamente não precisava desta chamada horrível.

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    Acredito que uma pessoa que se considera profissional…capacitada…preparada para exercer o cargo, precisa também de um pouco de ética, pelo fato de que em todas as profissões existem aqueles que não se preparam adequadamente para trabalhar e não só como disse no artigo e ainda como título!! Falta de respeito e ética com outros profissionais.. Concordo em partes com que a autora do artigo escreveu, porém, entretanto, todavia, não acontece só com a classe doPp ou NPp. Isso acontece em todas as áreas de quem não busca o conhecimento adequado para atuar. Inclusive na área da autora, pois a mesma sendo uma profissional experiente, deveria saber que, o Psicopedagogo não dá diagnóstico, nós não laudamos ninguém. O diagnóstico e laudo é só o médico que pode dar. Se a autora está equivocada quanto ao trabalho do Psicopedagogo ou não sabe exatamente qual é a nossa responsabilidade?? Então…é necessário você também buscar por mais conhecimentos sobre a atuação do Psicopedagogo e do Npp, porque ficou muito feio colocar um título desrespeitando outros profissionais, pois assim como, na sua profissão, existem os bons e os péssimos, que muitas vezes querem alfabetizar crianças, sendo que não é esse o trabalho deles. Enfim, todos os profissionais, independente de que área seja, precisa buscar conhecimento contínuo, pois por conta de um equívoco, uma vida inteira pode ficar fadada ao fracasso, seja ele, escolar, pessoal, social e até mesmo familiar! Obrigada!

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    Na desinformação de quem se diz tão capacitada, você não foi nada ética quando ataca uma área que nem mesmo tem conhecimento. Saiba que nos Cursos de Psicopedagogia tem Psicólogos, Fonoaudiólogos, Médicos entre outros profissionais como foi o caso da minha turma. Para seu conhecimento não existe só a Psicopedagogia a distância, mas tantos outros cursos, inclusive o seu de fonoaudiologia. São diversas as faculdades oferecendo Pós EAD na área de fonoaudiologia, como por exemplo: fonoaudiologia Hospitalar, Fonoaudiologia Educacional, Fonoaudiologia Forense, Fonoaudiologia Neurofuncional, entre outros.
    Claro que em todas as profissões existem os frustrados e os bons profissionais. Independente de EAD ou presencial, o que realmente importa é a dedicação do indivíduo como aluno. Todos os anos as faculdades presenciais estão formando “mais um”, ou seja, aqueles que frequentaram as aulas (presenciais), o qual tenho certeza que não é o meu caso.
    Você generalizou os Pp e eu como uma Pedagoga de formação presencial e Psicopedagoga também com curso presencial, e, com muito orgulho, venho com minha indignação solicitar que faça uma retratação sobre sua infeliz matéria.

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    Olá Sonia! Me senti incomodada com o seu texto. O seu título e “ A psicopedagogia esta adoecendo nossas crianças”. Já no título você generaliza que todos os psicopedagogos saem distribuindo diagnóstico.
    Sou aluna de psicopedagogia, presencial, meu curso não tem somente 360 hs e fazemos estágio sim. Inclusive no estudo do comitê de etica vemos que não damos diagnósticos, levantamos hipóteses. Quem da diagnóstico e médico!
    Você poderia expressar sua opinião, porem falando apenas dos profissionais que você teve contato e não de uma classe inteira!
    Em toda profissão temos profissionais ruins. Não vou sair falando mal da fonoaudiologia so porque gastei uma fortuna com profissionais que não ajudaram em nada a minha filha. Foram 5 profissionais mal formadas até chegar em uma que nos tem ajudado até hoje. E todas pagas particular!
    Por favor, não generalize!
    Sobre serem considerados doutores, todas as fonos que fui também assim se consideram e nenhuma pisou o pé na academia para fazer um doutorado…..
    Doutor e quem fez doutorado!

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    Muito construtivo, nós precisávamos ler e ouvir algo desse tipo, parabéns e obrigada , por compartilhar do seus conhecimentos. Gratidão.

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      Me perdoe, mas apenas foi construtivo para quem se baseia em fofocas para formar opinião. Esse texto não tem nenhuma base teórica, apenas conclusões a partir de experiências que a autora diz ter. Sugiro que, antes de formular seus conceitos, busque informações concretas a respeito do assunto, já pode começar pelos comentários desse artigo onde diversos profissionais da área esclarecem o que realmente faz um psicopedagogo. Não sou da área, mas a psicopedagoga da minha filha foi quem suspeitou primeiro do problema de processamento auditivo central, que deveria ter sido investigado pela fono, a qual nem tinha passado pela cabeça… ou seja, todas as profissões são passíveis de erros, não se pode generalizar jamais. Espero que pondere antes de compartilhar tal absurdo.

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    Te convido a ler o meu tcc na área de neuropsicopedagogia que fala sobre O papel do neuropsicopedago nos casos de DI, irei defendê-lo dia 17 e logo em seguida publicar para que os nossos estudos sejam levados a sério. Não podemos diagnósticas, isso é o que sempre é passado, assim como professor também não diagnostica, usamos materiais e protocolos que foram liberados através de muito estudo, e sim, para aplica-los também temos que ter muito conhecimento. Levantamos hipóteses através de testes e protocolos, onde encaminhamos para o neuropediatra com toda a sua formação concluir um laudo, ele sim da o diagnóstico.
    Trabalhamos sim com habilidades, inclusive hoje me dedico especialmente a área da inclusão e estou fazendo doutorado em psicologia para melhor atender toda e qualquer criança que entrar na minha sala, pois sei que posso estragar a vida dessa criança para sempre. Antes de fazer um artigo, ainda mais um que tem opinião, por favor, procure profissionais da área, é muito fácil hoje generalizar uma profissão por erro de um.

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      Samara, por gentileza, depois de publicado nos passe o link do seu TCC. Sou estudante de bacharelado em psicopedagogia e adoro ler sobre as pesquisas na área.

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    Se formos pensar em questão de erros na profissão, o aumento expressivo de Transtorno do Processamento Auditivo se deve a quais profissionais? Aqui em Brasília é quase um surto. É muito importante refletir antes de escrever sobre qualquer assunto.

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    Você está agindo de má fé! Pondere seus comentários e artigos! Não são todos os profissionais que agem dessa forma! Assim como tem fonos que certamente não tem ética! Esse é seu caso! Está agindo sem ética!

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    Sonia seu texto está de acordo em alguns aspectos. E sim, li a parte em que não é contra a psicopedagogia. Mas eu gostaria de ter lido sobre como todos os profissionais de uma utópica equipe multidisciplinar, em muitas cidades de nosso país. Porque as falhas estão em todas as áreas. Já vi muitos fonaudiólogos alfabetizando! Felizmente, como pedagoga e psicopedagoga (atuante), estudante eterna as falhas são gritantes em vários segmentos. Sei que quis ressaltar eu até diria o “sucateamento” da psicopedagogia, que sim, não é profissão ainda, mas ciência estudada desde uns 25 anos atrás. Essa má impressão, eu espero que um dia diminua, pois, eu luto todos os dias por isso, estudando, buscando cursos conceituados, e mesmo que não sejamos profissão não somos descartáveis temos a nossa importância numa avaliação. Ah, você pode me falar dos testes que não são “nossos”, sim eu sei, mas devemos respeitar todo o estudo realizado por, Jorge Visca, por exemplo, nossa influência é de fora, e o que não é de fora no nosso país? É um conjunto de estudos, disciplinas e sim visa aspectos da aprendizagem humana, médicos? Não! Terapeutas? Em partes! Educadores? Sim! Investigadores do processo de aprendizagem? Também! Em suma, eu acredito que o psicopedagogo deva de fato aprender como o indivíduo aprende essa é nossa maior função! E veja não é pouco. Mas sabemos, nem todos pensam dessa forma. Seu texto vale reflexão. Mas ressalto, quem faz uma graduação, pós graduação, curso, enfim, é o aluno, sempre, isso independe de horas ou conteúdos. A busca é contínua.
    Espero que encontre melhores profissionais. Afinal, não é porque a cara que pinta a parede de forma excelente, mas não é formado que não será considerado um pintor. 😉

    Obs.: Sim, me formei nas duas modalidades, presencial e EAD. Mais de 1000h de estudo. E ainda estudando.

    Obs.2: Como sugestão, porque é o que faço nos relatórios Psicopedagógicos, sugiro que troque informações presencial ou à distância, com essa psicopedagoga que fez, talvez, de maneira equivocada essa suposição, peça explicações de como chegou neste e coloque suas suposições também. Sempre visando o melhor para o sujeito! A troca sempre é valida.

    Foi um prazer a leitura.
    Boas energias!
    Lorena Donati Duarte

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    Como pode alguém apresentar tamanho “currículo” e ser tão limitada e preconceituosa? Imagine eu escrever um texto argumentando que a fonoaudiologia é uma enganação e que se aproveita das pessoas cobrando bem caro por seus atendimentos, uma vez que todos nascemos com limitações na fala e as vamos superando com o passar do tempo? Milhares de pessoas corrigiram sua fala de que forma antes de existir a profissão de fonoaudiologia? O fato de uma profissão estar em processo de reconhecimento não a desqualifica. A própria fonoaudiologia passou por esse processo em algum momento e, com o passar do tempo, muitas outras profissões surgirão, a autora continuará preconceituosa e parada no tempo como se mostra nesse ‘artigo’?

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    Também achei lamentável o seu texto. A Psicopedagogia adoecendo as pessoas????Bem se vê que você não conhece e não entende nada sobre o trabalho do psicopedagogo. Você coloca um título generalista no seu texto, colocando todos os profissionais em um mesmo patamar. Psicopedagogos não emitem laudos acera de transtornos do neurodesenvolvimento. O foco do psicopedagogo é na aprendizagem, é nas dificuldades de aprendizagem das pessoas. Ele busca identificar os obstáculos da aprendizagem para poder intervir. É lamentável uma pessoa que se diz profissional escrever o que você escreveu.. É o mesmo que nivelarmos todas as pessoas e todos os cursos por baixo. Há psicólogos ruins, há fonoaudiólogos ruins, há terapeutas ruins…, ou seja, em qualquer profissão existem aqueles que são ruins. Já tive pacientes diagnosticados com TDAH por neurologistas que deram o diagnóstico baseados apenas nos relatos da escola. Nem chegaram perto da criança e já receitaram medicamentos fortíssimos, logo de saída. Não é papel do psicopedagogo diagnosticar transtorno nenhum. Contudo, ele pode perceber que a criança tem algum transtorno. Aí, o tratamento precisa ser interdisciplinar. Ele encaminha para os profissionais da área que seu paciente necessita, mas o trabalho com o desenvolvimento de habilidades cognitivas sim, é realizado pelo psicopedagogo. O neurologista, o psicólogo, o fonoaudiólogo, não fazem esse trabalho! Concordo que existem cursos ruins por aí. Mas existem aqueles que são bons. Além disso, a qualidade de um atendimento vai despender do profissional, por melhor que seja o curso que ele tenha feito. Sugiro que você amplie seus conhecimentos a respeito da psicopedagogia e do excelente trabalho que muitos psicopedagogos que atuam em nosso país realizam.

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    O título foi muito infeliz e até mesmo grosseiro.
    Sou psicopedagoga e não faço diagnóstico, encaminho para uma avaliação multidisciplinar, se for o caso.
    Muitas vezes as crianças já chegam no consultório com diagnóstico de um neuro ou psicólogo, e muitas vezes discordo e procuro conversar, para reverter. Maus profissionais existem em todas as áreas, mas não dá para generalizar, e o respeito aos bons faz se necessário.
    Devemos ter cuidado para expor nossas opiniões.

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    Concordo que o título foi inadequado e não condiz com o texto. Sinceramente, pegar uma experiência pessoal e generalizar a crítica a todos os profissionais da área considero inadequado. Sou professora e especialista em psicpegogia e tenho clareza que não posso diagnosticar sozinha. Faço parte, assim como o fonoaudiólogo, de uma equipe multidisciplinar que soma no diagnóstico. Profissionais mal formados, arrogantes, prepotentes, despreparados há em todas as profissões, cargos e funções. E devemos denunciar. Mas aí dizer que a culpa é de uma classe em específico, já é um tanto exagerado.
    O psicopedagogia não trabalha sozinha e nem está só no consultório. E até onde sei, avaliar um sujeito em apenas 40 min de atendimento em uma atividade, mesmo que de interesse dele, não dá para descartar ou não a possibilidade de ter ou não uma deficiência, déficit, transtorno… E, sim nos dá subsídios para que os encaminhamentos sejam realizados. Respeito sua profissão e a importância dela em nosso trabalho. Mas, o que adoece nossos alunos, são muito mais do que profissionais despreparados, são ausências de políticas públicas adequadas, uma política formação e valorização do profissional da educação e saúde, escolas de qualidade com infraestrutura adequada, o apoio da família, entre outras tantas e tantas coisas que nós psicopedagogos precisamos analisar antes de produzir um parecer.

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    É de extrema importância salientar a diferença de um psicopedagogo formado por uma graduação onde se leva 5 anos para ter esta formação, para um psicopedagogo formado em uma pós graduação onde estes tem conhecimentos básicos e pinceladas em algumas áreas, sem nada muito específico. Há profissionais e profissionais, concordo plenamente que uma pessoa formada em pós graduação a distância não tem condição nenhuma de exercer esta profissão, tal qual um profissional graduado especificamente nesta área.

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      O título foi infeliz, e alguns pontos também. Quero esclarecer que Psicopedagogo não só tem especialistas, temos a graduação na Universidade Federal da Paraíba UFPB que é o meu caso. A título de informação, o psicopedagogo na dá diagnóstico, e sim, quando nao vem com o diagnóstico fazemos uma avaliação detalhada e só depois chegamos a uma HIPÓTESE DIAGNÓSTICA, encaminhamos para um neurologista ou psicólogo para que se tenha um diagnóstico preciso, essa é a nossa função.
      Esse artigo generalizou e acho que não foi de bom tom, concordo com você quando fala dos maus profissionais, em toda e qualquer profissão existem os bons e os maus profissionais, também concordo quando fala das universidades que oferecem as pós sem o menor compromisso de formar profissionais qualificados. Infelizmente não temos um conselho que fiscalizem para proibir está prática, para ser um especialista em psicopedagogia basta ter um curso superior não importando se são áreas afins ou não, isso é muito triste!

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        O título foi infeliz, e alguns pontos também. Quero esclarecer que Psicopedagogo não só tem especialistas, temos a graduação na Universidade Federal da Paraíba UFPB que é o meu caso. A título de informação, o psicopedagogo na dá diagnóstico, e sim, quando nao vem com o diagnóstico fazemos uma avaliação detalhada e só depois chegamos a uma HIPÓTESE DIAGNÓSTICA, encaminhamos para um neurologista ou psicólogo para que se tenha um diagnóstico preciso, essa é a nossa função.
        Esse artigo generalizou e acho que não foi de bom tom, concordo com você quando fala dos maus profissionais, em toda e qualquer profissão existem os bons e os maus profissionais, também concordo quando fala das universidades que oferecem as pós sem o menor compromisso de formar profissionais qualificados. Infelizmente não temos um conselho que fiscalizem para proibir está prática, para ser um especialista em psicopedagogia basta ter um curso superior não importando se são áreas afins ou não, isso é muito triste!

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    Fico triste com textos generalistas. Entendo alguns pontos da crítica porém o título atinge toda uma categoria séria que luta pelo devido reconhecimento.
    Fato é que, para uma área que busca ser reconhecida enquanto profissão, um curso abaixo de 600h seria e é o cúmulo do absurdo. No entanto, é preciso não generalizar como ficou bem generalizado neste texto.
    A Psicopedagogia não adoece ninguém. A Psicopedagogia, junto a uma equipe multidisciplinar, tem muito a contribuir. O psicopedagogo que acha que pode trabalhar sozinho deveria escolher outra área para trabalhar. Por isso a importância de algum órgão/conselho que supervisione e PUNA mals profissionais da área. Eu mesma faria questão de denunciar alguns! Tenho muita pena e raiva ao mesmo tempo da pessoa formada em Psicopedagogia que acha que pode trabalhar sozinha, que monta uma sala equipada e se esconde ali no seu mundinho. Somos Psicopedagogos e nosso trabalho é multidisciplinar, levantamos HIPÓTESES, que seria nosso “diagnóstico psicopedagógico” que passa longe de ser um diagnóstico médico! Mas ok, para evitar burburinhos, trabalhemos com o termo “hipóteses”, nós sabemos que são hipóteses.
    Muitas vezes recebemos pacientes já com o LAUDO MÉDICO, informando que aquele indivíduo possui algum transtorno ou distúrbio. E se este distúrbio ou transtorno afeta a APRENDIZAGEM daquele indivíduo, somos o profissional mais capacitado para ajudá-lo a superar o problema. Somos terapeutas da aprendizagem, assim como o psicólogo é terapeuta do comportamento e o fonoaudiólogo um terapeuta da linguagem. Temos competência para tal.
    Agora, é fato que existem cursos bem enfraquecidos, com suas cargas horárias de 360, 380h, sem cobrar estágios supervisionados. E pessoas que após suas “formações” nestas condições, não procuram por um profissional experiente na área para que faça um trabalho de consultoria. Um psicopedagogo recém formado, por melhor que seu curso tenha sido, precisa investir em consultorias! NÃO TEM PRA ONDE CORRER! Esse é um dos erros de quem está iniciando comete.
    No mais, entendo então que a crítica deva ser direcionada à existência dos lamentáveis cursos de Psicopedagogia e não à atividade em si que luta por reconhecimento há décadas.
    Quase toda profissão passou por percalços no início. Inclusive a fonoaudiologia. E ainda assim, após ser uma profissão reconhecida, temos oferta de cursos de baixa qualidade mesmo com a carga horária mínima exigida em todo lugar. A educação virou comércio não é de hoje e ganha diploma quem paga! Nada contra. Mas se for pra pagar, que o profissional escolha o melhor curso que puder fazer, que consequentemente será o mais caro, mas também consequentemente ele sairá bem formado, com embasamento!
    O projeto que está aguardando a tão sonhada regulamentação da Psicooedagogia, entre outras propostas quer diminuir a carga horária do curso. E ainda assim, encontramos profissionais da área eufóricos para que a regulamentação aconteça! Ou seja, querem que a regulamentação aconteça de qqr jeito, seja em que condição for!
    Queremos mais ofertas de curso de GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA! Chega de cursos de especialização ser a massante maioria. Queremos mais qualidade para a Psicopedagogia. E mais pessoas conscientes disso!

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    Cara Fonoaudióloga, lamento sua postura, um tanto quanto equivocada, e sem ética, importante ressaltar que as crianças adoecem por vários motivos, e aproveito pra lembrar que grande parte das crianças estão ainda vivendo e aprendendo e talvez isso perdure por toda a vida?!
    Sob a pp ? Falta de ética, responsabilidade e profissionalismo existem em TODAS as profissões. As vezes é preciso averiguar melhor, porque formações EAD não é um problema, em tempos de Internet Banda Larga, é preciso melhorar o ensino e aprendizagem, para que o aluno seja mais autônomo e pró-ativo, cada vez mais é comum recorrer aos Cursos EAD pela comodidade e pelo tempo, que por sinal é precioso
    Acho bom contribuir mais como fonoaudióloga, muito fácil jogar pedra, construa algum aprendizado com isso, dê mais soluções ….precisamos, o Brasil precisa ‍♀️

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    Acredito que este texto foi unicamente taxativo, não compreendo com qual intenção , haja vista que generalizar uma profissão por um único ângulo, é fácil. Acho que a senhora deveria escolher uma fonte mais segura para escrever algo tão sério . Emitir opiniões todos nós podemos , sustentá-las com base teórica , aí é outra história. Aconselho a senhora a acompanhar de perto um trabalho de um psicopedagogo sério, sua jornada de trabalho , sua tão suada profissão ( lembrando que a maioria dos psicopedagogos já passaram por sala de aula ) , aí pergunto , a senhora já deu aula ? A senhora já entrou numa escola pública para ver a precariedade e o trabalho exarcebado destes profissionais ? A senhora já ouviu a versão de um psicopedagogo ?

    Percebo que sua profissão , de fonoaudióloga passou para terapeuta junguiana … então criticar um profissional da pedagogia que passou para a psicopedagogia é correto ?

    Acho que sua crítica foi lamentavelmente bem mal elaborada !!!

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    Gostei bastante dos debates e esclarecimentos. Aprendi bastante tb com o contraditório. Parabéns aos Psicopedagogia pelas posições assumidas de forma autêntica.

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    Prezada Sônia,
    Fico feliz por sua preocupação com a temática.
    Entretanto, é necessário ter cuidado com o peso que as palavras têm, principalmente quando emitida por uma profissional formada, especializada e que deve ter batalhado muito por reconhecimento.
    Suas considerações são generalistas.
    Com certeza há profissionais muito ruins, como em qualquer área.
    Se a preocupação é com o diagnóstico então deveria ser elencada uma lista com várias profissões e não somente fazer um posicionamento em relação à psicopedagogia como foi feito em seu relato.
    A psicopedagogia no momento é uma ocupação, tem uma CBO assim como outras áreas.

    Menosprezar as formações bem como as condições em que elas ocorreram, é desvalorizar o esforço de cada profissional que realmente se dedicou aos estudos e, não podemos correr o risco de generalizar mais uma vez.

    Há que sermos éticos! Ainda mais em tempos como este!

    Criticar se o curso é EAD ou presencial é só mais um preconceito afinal, há muitos profissionais que fizeram seus cursos presenciais e não conseguem ter competência nas áreas sobre as quais estudaram. Digo isso não somente relacionado à psicopedagogia, mas vale uma reflexão sobre todas as áreas profissionais que têm sua formação presencial, senão corremos o risco de propor que 100% das pessoas formadas na educação presencial são eficientes e competentes, penso que as coisas não são por esta ótica.

    Além disso, psicopedagogo não dá diagnóstico pois o nosso papel é levantar hipóteses depois de várias sessões.
    Diante disso, entendo perfeitamente sua preocupação pois assim como você, também atendo crianças e adolescentes que chegam depois de passar por outros psicopedagogos que levantaram hipóteses muito duvidosas! E nosso trabalho, enquanto profissionais, é divulgar informação que possibilite esclarecimentos ao público sem causar dúvidas e desconfianças quanto àquela ou outra classe de profissionais, afinal, é muito mais válido sinalizarmos sintomas de alguns transtornos e seus descartes, do que apontar quem faz ou não o diagnóstico errado.

    Um abraço,

    Jossiane A. Araújo
    Neuropsicopedagoga Clínica – SBNPp:1.654
    Psicopedagoga – CRPp 140
    Mestranda em Educação – UDE – Montevideo – Uruguay
    Pesquisadora e Integrante do Grupo de Investigação em Altas Habilidades/Superdotação (GIAHSD)/UDE – Montevideo – Uruguay

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    Quanta prepotência em forma de palavras. Me desculpe, mas pegar um gancho e generalizar uma situação é, no mínimo displicente e negligente à gama competente que existe no mercado profissional da psicopedagogia. Colocar em letras ”garrafais” que a Pp não é reconhecida como profissão e que isso a faz menos importante é ter o ego inflado… TODA E QUALQUER PROFISSÃO VAI EXISTIR RUINS, BONS E ÓTIMOS PROFISSIONAIS. Já tive em mãos laudos de neurologistas o qual também a de se questionar se fez graduação presencial ou à distância…tenso!! Então, acredito que o texto tem um enfoque grosseiro e agressivo em alguns pontos. E não tome como base suas formações e anos de atuação profissional como motivo pra desvalorizar e generalizar outras profissões. Antiético define sua audácia.
    Paz mesmo!

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    A psicopedagogia está ADOECENDO nossas crianças?
    Olha Sra Sônia Branco antes de publicar um artigo com um título absurdo e generalizado desse, por favor repense nos outros profissionais que se dedicam e trabalham com seriedade. Minha pós graduação é de 600 horas, atuo como Psicopedagoga há 10 anos, estou me capacitando sempre que possível pra oferecer o melhor para os meus pacientes e sempre obtive bons resultados e que eu saiba nunca adoeci nenhum paciente que atendi.
    Compreendi o que vc quis dizer com profissionais irresponsáveis, que não cumpre com a ética e saem diagnosticando crianças inconsequentemente, mas esses profissionais não se restringem apenas aos psicopedagogos, mas também já vi neurologista, psicólogos e até fonoaudiologos diagnosticando indiscriminadamente, sem pensar na vida do paciente pós diagnóstico.
    Considerando seu tempo de trabalho, a experiência que com certeza a senhora possui, espero de coração uma retratação diante desse artigo publicado.
    Obrigada

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    Não vou entrar em questionameto sobre qualificação profissional até porque seria perda de tempo, entender que a Psicopedagogia não dá Diagnóstico não determina transtornos e etc. é algo claro pra você? Que a função específica e investigar onde estão especificamente algumas questões escolares que obtiveram um ponto de alerta?
    Assim eu poderia fazer mil exclamações sobre a arteterapia e os acessos do inconsciente, você sabia que um bom profissional digo por mim que atuo na área Psicopedagógica estuda Jung, Aron e tantos outros ?
    Cuidado por favor há muitas crianças necessitando de apoio, crianças sem apoio em casa, crianças realmente precisam desse acompanhamento.
    Como eu poderia julgar um profissional apenas se ele tivesse uma única graduação?
    Ou curso técnico?
    Conheci pessoas inteligentíssima e sabias que mau tinham o 4 ano.

    Sei que existem profissionais e profissionais. Mais colocar um título desse dizendo que somos nós que estamos adoecendo e um tanto quanto irresponsável.

    Aqueles que vão compartilhar com seus professores pergunte a eles se eles em uma sala de 25 a 28 ou mais alunos faraó suporte individual a eles? Pois esse é um dos inúmeros trabalhos realizados pelo Psicopedagogo.

    Fiquem em paz.

    Marielle

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    O título foi infeliz, e alguns pontos também. Quero esclarecer que Psicopedagogo não só tem especialistas, temos a graduação na Universidade Federal da Paraíba UFPB que é o meu caso. A título de informação, o psicopedagogo na dá diagnóstico, e sim, quando nao vem com o diagnóstico fazemos uma avaliação detalhada e só depois chegamos a uma HIPÓTESE DIAGNÓSTICA, encaminhamos para um neurologista ou psicólogo para que se tenha um diagnóstico preciso, essa é a nossa função.
    Esse artigo generalizou e acho que não foi de bom tom, concordo com você quando fala dos maus profissionais, em toda e qualquer profissão existem os bons e os maus profissionais, também concordo quando fala das universidades que oferecem as pós sem o menor compromisso de formar profissionais qualificados. Infelizmente não temos um conselho que fiscalizem para proibir está prática, para ser um especialista em psicopedagogia basta ter um curso superior não importando se são áreas afins ou não, isso é muito triste!

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    Gente quanto absurdo está senhora desorientada escreveu? E digna de repúdio e com certeza jamais compraria algo desta pessoa. Além da falta de ética tem muita falta de postura profissional. Imagina o que ela ensina nos seus curso.

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    Logo se nota que a autora não conhece a Psicopedagogia. Seu texto me causa náusea. Sou Psicopedagoga e digo NÃO a sua falta de visão. Mais RESPEITO AO PSICOPEDAGOGO!

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    ABPp Nacional – Associação Brasileira de Psicopedagogia

    Atuação em Psicopedagogia – Esclarecimento

    Por intermédio da Presidência do Conselho Nacional, a ABPp vem esclarecer alguns fatos que estão circulando nas mídias sociais. Com a diversificação dos cursos de Psicopedagogia, temos observado pessoas, inclusive com formação na área, tentando denegrir a imagem de nossa entidade. Acreditamos que tais fatos ocorram em busca da frívola e corriqueira publicidade permitidas na web, todavia dentro da razoabilidade intelectual, não vamos tolerar ataques à instituição, e, via de nossa assessoria jurídica, tomaremos providências, se necessário for.

    É fato notório que a ABPp com sua história ao longo de três décadas, se consolidou como entidade de ação coletiva que representa os psicopedagogos no Brasil, sempre prestou serviços dignos em prol do desenvolvimento da psicopedagogia, atuando com dignidade, ética, comprometimento e respeito, porém atualmente, enfrenta estas adversidades classistas que tentam inoportunamente tumultuar a luta pela regulamentação do exercício da atividade em psicopedagogia.

    A ABPp não coaduna com a comercialização de produtos na internet, sem qualquer especificação/certificação de órgãos competentes, visando à qualquer custo, lucro em benefício próprio. A ABPp somente reconhece a publicação de matérias escritas, em redes sociais ou periódicos, de pessoas e/ou instituições que sejam éticas, sérias, profissionalmente competentes e que estejam associadas à estudos e pesquisas acadêmicas.

    A ABPp não concorda, sequer compactua, com matérias publicadas nas mídias sociais sobre a regulamentação e assuntos correlatos, tornando-se mera especulação e revoltante oportunismo, conseqüência de interesses escusos, tentando dispersar o engajamento que a ABPp trata no estrito campo da legalidade, com tanta garra, dedicação e compromisso há 34 anos.

    É importante esclarecer que é parte do trabalho da ABPp, desde a instauração do PL de regulamentação do exercício da atividade de psicopedagogia iniciado em 1997, acompanhar e impulsionar cada avanço e discussão, fazer a articulação necessária junto aos parlamentares, pois cada etapa do projeto prevê incontáveis ações organizadas.

    Afirma-se ainda, que a ABPp jamais se portou de maneira a prejudicar os interesses dos psicopedagogos, pois nosso Estatuto Social determina que esta associação seja representada por um Conselho Nacional Eleito, pelo Conselho Vitalício, por suas Presidentes de Seções e Coordenadoras de Núcleos, eleitas em seus estados e pela Diretoria Executiva Nacional. Isto comprova que nossas ações são coletivas e organizadas, não sendo útil nem adequado que interesses individuais almejem se sobrepor ao comunitário.

    Portanto, reitera-se que a ABPp representa os interesses coletivos do psicopedagogo, em um grupo que pensa na psicopedagogia e nos psicopedagogos como um todo. Não reconhecemos tão pouco somos favoráveis a ações individuais, ao contrário disto, valorizamos e reconhecemos ações coletivas pautadas pela ética e pelos princípios da moralidade que representem os objetivos e interesses da psicopedagogia e do psicopedagogo.

    A ABPp discorda de ações precipitadas que têm circulado atualmente nas mídias sociais, da propositura do sindicalismo, pois acreditamos ser uma medida inócua que nada vem a contribuir com o desenvolvimento da Psicopedagogia. Não somos contrários a criação de um hipotético sindicato, mas por ora discordamos frontalmente, para além dos motivos já expostos poderá porventura desvirtuar o foco da aprovação do PL que tramita no Senado Federal.

    Dessa maneira, qualquer matéria que for lida nas mídias sociais, sobre a sindicalização de psicopedagogos, é de exclusiva responsabilidade de seus autores e nos causa indignação. Qualquer texto que for divulgado e eventualmente denigra a imagem da ABPp, da diretoria e de seus associados, serão repelidos e impugnados com as medidas judiciais cabíveis.

    É proveitoso ressaltar a urgência de uma atuação psicopedagógica comprometida com a formação qualificada, portanto ao buscarem a formação e até mesmo o aprimoramento profissional façam-no em instituições que tenham respaldo acadêmico competente, que efetivamente tenham competência técnica e acadêmica para subsidiar nossos estudos, primando sempre por estar próximos da pesquisa e da competência acadêmica, não nos contentemos com banalidades virtuais nem com cursos sem vínculo institucional consolidado e prestigiado academicamente que em nada qualificam a atuação do psicopedagogo, pelo contrário deformam e desqualificam nossa categoria.

    Enfim, reiteramos os princípios éticos na Psicopedagogia, mantendo nossos propósitos e a fidedignidade, assim convocamos nossos aliados para perseverarmos nesta trajetória de respeito aos nossos associados, aos conselheiros, a diretoria, aos colaboradores e aos psicopedagogos de modo geral.

    Somos incansáveis no combate as nulidades e desonras, também perseverantes na preservação de nossa imagem e irrepreensível conduta.

    Atenciosamente,

    Luciana Barros de Almeida
    Presidente do Conselho Nacional, em nome da Diretoria e Conselho Nacional da ABPp.
    Associação Brasileira de Psicopedagogia

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    Seu texto é totalmente levianos e desprovido de ética. Meu curso não foi de 360h, mas de 860h. As formações para atuar na psicopedagogia só se dão a partir da carga horária de 600h. Tenho vários cursos, palestras, congressos e também cursos AED na área, procuro sempre me atualizar, estudar é necessário.
    Você poderia ter abordado sobre os cuidados de procurar profissionais despreparados, mas jamais generalizar todos os profissionais da psicopedagogia como fez. Seu artigo de opinião ofendeu e muito os excelentes profissionais psicopedagogos, ERA MELHOR NÃO TER ESCRITO.

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    Eu repudio todas as suas palavras!!! (Infelizmente em todos os campos ou áreas profissionais existe o profissional bom e o ruim, aquele q se esforça em ser/fazer o melhor e ajudar, como também aqueles q vivem da sombra do outros ou apenas preocupado em tirar a sombra do outro…) Espero q esta senhora por nome Sonia Branco tenha perdido a parte branca do branco de seu nome e esteja amarela de tanta vergonha de suas palavras, para com isso se retratar e pedir desculpas pelas palavras equivocadas, a falata de respeito e ética com o colega e as asneiras que relatou.

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    Adorei o texto…. reflexivo…. recebo currículos de Pp com cursos de curta duração, não fizeram estágio, sequer conhecem instrumentos para fazer uma avaliação e chegar a uma HD, como posso deixar uma pessoa assim fazer um atendimento! Temos que lutar por cursos sérios. O Pp faz a diferença, precisamos cada vez mais dele.

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    Te convido a cursar o curso de graduação em Psicopedagogia no Centro Universitário Fieo – UNIFIEO. Leciono no curso de pós-graduação em Psicopedagogia Clínica, Institucional e Hospitalar na Faculdade Paschoal Dantas. Janaína da Silva Gonçalves Fernandes (psicopedagoga, mestre e doutora em Psicologia Educacional).

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    Sra. Sonia e equipe PPD, não sei o que os motivou a publicar um artigo com tanta falta de ética. Nossa colega já tentou defender-se dizendo ser essa sua opinião, contudo não me parece ser uma página de opinião e sim de formação, por se tratar de um site de formação de educadores.
    O artigo fere o propósito do próprio projeto oferecido pelo site, uma vez que desmerece os cursos oferecidos à distância, além de denegrir uma categoria inteira de profissionais gratuitamente.
    Então não entendi o proposito!
    Diante disso, sugiro que a equipe releia o texto, veja se realmente os comentário escritos são relevantes e pertinentes, mesmo depois de ler todos os questionamentos e discussões dos profissionais que aqui se colocaram. Verifiquem se vale a pena manter este texto no site e em qualquer outro lugar que ele possa aparecer. Até porque, como uma outra colega citou, vocês podem sofrer processo por generalizar uma classe inteira de profissionais com informações parciais, pontuais, com erros de ambos os lados, uma vez que a senhora Sônia eliminou um “diagnosticos” sozinha e sem formação para isso, pq que eu saiba fonoaudiologo não diagnostica TDAH, então, as informações são totalmente descabidas.

    Aguardo providências

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    Caríssimos leitores, como diretora pedagógica do site Projetos Pedagógicos Dinâmicos quero deixar claro que o nosso site é um espaço democrático, o qual a proposta é, realmente, o debate, a reflexão, as trocas de experiência.

    Em nenhum momento tivemos a intenção de ofender e, certamente, a autora do artigo também não.

    O título foi trocado, pois concluímos que não estava adequado e criava a impressão de generalização. Portanto, no artigo não há tal sentido.

    Excluir o artigo, em meu ponto de vista, é uma forma de censura. Por isso, coloco o site inteiramente a disposição de quem quiser publicar um texto contrário, exaltando suas opiniões.
    Para tal, basta enviar um e-mail: contato@ppd.net.br – favor acrescentar mini currículo do(a) autor(a).

    A proposta de debater e refletir aconteceu nesse espaço tendo visto o número de comentários, todos aceitos.

    Fraterno abraço e vamos persistir na luta por uma educação de qualidade, com tolerância, respeito às diferentes opiniões, análise crítica e reflexiva.

    Profª Paty Fonte

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    Colegas , depois de ter acompanhado todos os comentários, fiquei curiosa para eu mesma fazer a critica depois de ler o texto de tanto ” sucesso”, logo de início logo percebi que na primeira narrativa da ilustre colega, onde ela afirma que ” muitos profissionais que passam por essa especialização se sentem aptos a avaliar e a diagnosticar alunos, dentro das instituições particulares de ensino, utilizando protocolos que, há muito pouco tempo, eram exclusivos da psicologia.” Já começou aí o equívoco, nos tenho a certeza que nunca fomos instruídos a diagnosticar nenhum objeto, sem antes as avaliações necessárias multidisciplinar, ou seja, depois disso vi o caso onde ela relata o pedido de ajuda de uma mãe, e que no mesmo instante, ela se prontificou a laudar um diagnóstico que ao meu ver não caberia a ela ter feito, já começou cometendo o erro que ela mesma estava condenando, e outra parece que a profissional mais bem preparada do mundo e só ela. Perdoem-me, mais eu entendi que está coleguinha estava precisando de fazer uma propaganda o livrinho dela, e buscou esse tipo de marketing, e digo mais me arrependi de ter lido o artiguinho dela, não me acrescentou nada, só me fez ver que estou cada vez mais no caminho certo. Boa tarde e bom fim de semana para todos.

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    Fico triste de uma profissional que se diz tão entendida generalizar todo os profissionais que da área da educação, lembrando ainda que quem dá laudo é o Neurologista e não outro profissional. É sim concordo que existe muitas crianças sendo medicada sem necessidade, porém nem um psicopedagogia pode laudar uma pessoa.

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    E T I C A foi só o q faltou…muitos comentários relevantes! Infelizmente por todos pagam.

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    Desculpa Patrícia, mas isso não tem nada a ver com censura e sim com ética profissional.

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    Primeiro li alguns comentários, depois fui ao artigo. Fiquei muito preocupada. O povo se diz profissional e não consegue interpretar uma leitura clara e objetiva dessas??? Teve dificuldade releia. Não conheço a autora mas em nenhum momento a vi fazer crítica que desmoralizasse a profissão de modo algum.

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    Vejo senhora Sônia, que a senhora viajou tanto no mundo das Artes que se esqueceu do papel do professor. Essas crianças já chegam ba escola doentes do seu meio social e da forma que são criadas. Sou professora há 32 anos com muito orgulho. Pedagoga, psicopedagoga há 16 anos, e Neuropsicopedagoga. Atuo em minha profissão e formação continuada com responsabilidade e graças a Deus tenho tido bom retorno positivo do meu trabalho. Embora, a senhora esteja culpando os Psicopedagogia não vi nenhuma intervenção a senhora citar que a criança chegou a seu consultório e colou adesivos melhor que a senhora. Bem, realmente o problema está com vc. A intervenção da psicopedagoga é de ver se realmente na escola ele consegue ler, escrever um texto, fazer uma redação, ter uma coerência numa formação de frases, se ela apresenta troca e omissão de fonemas e muitas outras coisas.
    Na área lógico matemática se ela consegue relacionar numerais a quantidades e infinitas coisas…
    O seu discurso não apresentou momento algum uma falha nossa de Psicopedagogia. Colar adesivos realmente não impede a criança repetir de ano. Porém em que momento vc se posicionou como a fonoaudióloga?
    Em que momento foi relatado algo que nós psicopedagogos seríamos incapazes de resolver alguma hipótese dessas crianças doentes como citadas pela senhora.
    Vejo, muitas falhas com suas colegas de trabalho também. Mandando crianças realizarem PAC sem necessidades. É o que vc me diz? Não fizeram graduação a distância. Crianças que falam errado e trocam fonemas e são liberadas do acompanhamento fonoaudiólogo sem nenhum problema. E, nós temos é que fazemos a intervenção sim. Não importa se é a distância ou presencial. Isso se chama CAPACIDADE INTELECTUAL. Já atendi crianças dislexicas que passaram na mão de suas coleguinhas de área e não souberam perceber e avaliar. Sendo preciso junto com uma Fonoaudiólogo de nome e potencial fechar junto. Enfim…passaria o dia todo levantando falhas da sua área também. O problema eu vejo que a senhora está incomodada que fazemos as vezes o papel tão bem ou melhor que o título de vcs.
    Portanto, procure mais conhecimento.
    Telas lindas e coloridas escondem muitas coisas. E lembre-se vc também é professora pelo menos tem o título acima. Respeite a se nomear uma tal. Pois, vc nos desrespeitando está desvalorizando a si mesma.
    Obs: uma psicopedagoga ética não da diagnóstico. Quem da diagnóstico são médicos. Elas levantam apenas hipóteses.

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    Professora Sônia Branco, parabéns pela reflexão lúcida e pertinente. Foi incisiva, sim. Precisamos transcender a mera aplicação de ferramentas para pensar criticamente nossa atuação profissional. Todos nós, principalmente quem tem a imensa responsabilidade de receber crianças e seus familiares. Mas infelizmente a autocrítica anda em baixa, assim como a interpretação de texto. Muitos se agarram a seus nichos, mais preocupados em manter a própria subsistência do que em contribuir de forma responsável para uma sociedade verdadeiramente saudável e pensante. É mais fácil se ofender que refletir. Parabéns ao PPD e à Profa. Paty Fonte por este espaço tão fundamental. Não se intimidem! Forte abraço

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    Por que a senhora mudou o título do artigo ? Antes estava a Psicopedagogia está adoescendo nossas crianças .

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    Escreveu um texto sem o minímo de informação sobre o assunto. Se informe, leia e estude e depois escreva uma boa retratação.
    Passando vergonha.

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    Texto generalista, escrito por alguém que não conhece de Pedagogia e Psicopedagogia! Ruim de ler, demonstra apenas um lado da história, escrito nitidamente por alguém que desconhece o “chão” de uma sala de aula e menos ainda o trabalho com as dificuldades de aprendizagem! Sim, o TDAH está crescendo, os casos de autismo também, mas não por conta do nosso trabalho , mas sim, porque estudamos e estamos comprando uma luta para entendermos o motivo de tantas crianças não conseguirem aprender. O seu texto só reforça o quão prejudicial é o trabalho de alguém que não respeita o trabalho dos demais profissionais. Me formei em Neuropsicopedagoga a distância sim, porém de 760h, o que demonstra ainda mais o seu desconhecimento pelos cursos oferecidos pelas entidades sérias e competentes! Uma pena ler um texto tão generalista e com tanto desconhecimento sobre a educação.

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